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	<title>Homenagem &#8211; Jornal Qtal</title>
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		<title>Doutor Paulo Caye é homenageado pela Amvarc e pelo Codevarc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornal Qtal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 17:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feliz]]></category>
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					<description><![CDATA[Anualmente a Associação dos Municípios do Vale do Caí (Amvarc) e o Conselho de Desenvolvimento do Vale do Rio Caí (Codevarc) fazem eventos de final de ano e neste rendem homenagem a personagens que marcaram a história com o seu trabalho. Segundo Alzir Bach, presidente do Codevarc, a opção é render homenagem às pessoas ainda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Anualmente a Associação dos Municípios do Vale do Caí (Amvarc) e o Conselho de Desenvolvimento do Vale do Rio Caí (Codevarc) fazem eventos de final de ano e neste rendem homenagem a personagens que marcaram a história com o seu trabalho.</p>
<p>Segundo Alzir Bach, presidente do Codevarc, a opção é render homenagem às pessoas ainda em vida, para que possam ser reconhecidas por seus atos. &#8220;Uma homenagem em vida é muito mais digna e justa de modo que há grandes personagens responsáveis pelo progresso da região e que ainda estão entre nós&#8221;, destacou Bach. Em anos anteriores foram homenageados Arno Eugênio Carrard (pai das emancipações municipais) e Valério Calliari (ex-prefeito de Salvador do Sul e de Barão, que foi o primeiro presidente da Amvarc).</p>
<p>Na reunião de final de ano da entidade, em 2020, seria prestada homenagem a Liceu Paulo Caye, mas por conta do distanciamento social, o médico e político de Feliz, optou por não participar do ato. A homenagem, ainda assim, foi realizada, de modo que Alzir e o prefeito de Feliz, Albano Kunrath, fossem à casa de Caye fazer a entrega da placa que o saúda como ícone regional.</p>
<p>Doutor Paulo, como é mais conhecido, foi três vezes prefeito de Feliz, de modo que no primeiro dos mandatos tenha sido também prefeito em Alto Feliz, Linha Nova e Vale Real, ainda não emancipados na época.</p>
<p>QUEM É DOUTOR PAULO?</p>
<div class="Corpodotexto">Mudar os rumos da vida, de mala e cuia, parecia destino para o garoto Liceu Paulo Caye. Afinal, com três meses de vida apenas, foi no colo dos pais para Lajeado, deixando no passado a cidade de Santa Cruz do Sul, sua terra natal.</div>
<div class="Corpodotexto">Quando crescia em sabedoria decidiu mudar-se para Porto Alegre em busca de sua formação profissional. Queria mesmo era ser médico e foi estudar na Universidade de Federal do Rio Grande do Sul, sendo um dos alunos de melhor nota entre todos os seus colegas. Poderia ter ido trabalhar nos Estados Unidos, tal era o seu destaque entre a turma, todavia o seu desejo era voltar para Lajeado para exercer ali a sua profissão. Mas quis o destino que uma nova mudança de endereço ocorresse, desta vez definitiva.</div>
<div class="Corpodotexto">Ia-se o ano de 1968 e o jovem médico era convidado para vir à cidade de Feliz, para substituir Théo Tássilo Schlatter em suas férias que iriam durar 60 dias. Era garoto de vinte e poucos anos mas sabia muito bem o que queria da vida.</div>
<div class="Corpodotexto">Em primeiro momento, assustou-se ao ver que na cidade de Feliz. Água potável não havia, a energia elétrica era insuficiente e a telefonia ultrapassada. A realidade do jovem que estudara em Porto Alegre era bem diferente agora, pois Feliz não tinha nem ao menos acesso asfáltico. O que seriam apenas dois meses de trabalho se tornou dois anos, duas décadas, enfim, uma vida. Foi na cidade de Feliz que casou com Magdalena Müller e teve seus filhos, Carlos e Luiza. Foi também neste recanto interiorano que ajudou a por no mundo milhares de crianças, não se importando se as pessoas tivessem dinheiro ou não para os atendimentos necessários. Antes de mais nada, Doutor Paulo era humano, e assim foi aceito na cidade de Feliz como se dela fosse filho nato.</div>
<div class="Corpodotexto">Os anos se passaram e, em 1982, formou, com Clóvis Assmann, a chapa vitoriosa no pleito eleitoral assumindo um novo desafio em sua vida: ser prefeito de uma cidade com pouca infraestrutura básica. Acumulando as tarefas de médico com as de prefeito, o desafio foi vencido com muito trabalho. Seu dia parecia ter mais do que 24 horas, tanto que alguns se perguntavam, “mas quando é que este homem descansa?”. Empresas foram atraídas para a cidade e para o interior, luz, água e telefonia não eram mais um sonho, mas sim uma realidade. Durante seis anos geriu o município com a sabedoria que lhe foi concedida por Deus e aprimorada durante a vida.</div>
<div class="Corpodotexto">Em 1992 voltou a concorrer e vencer, sendo eleito prefeito pela segunda vez. Desta vez tendo por vice-prefeito Pedro Martini Neto. Naquele mandato de quatro anos, primou por obras nos setores de saúde e educação, para abranger as mais diversas comunidades. Foi neste período em que Feliz não era mais tão grande – Vale Real, Alto Feliz e Linha Nova haviam se emancipado – que cresceu muito a autoestima do povo e as empresas locais pareciam cada vez mais pujantes.</div>
<div class="Corpodotexto">Em 2001, na entrada do novo milênio, lá estava o mesmo Doutor Paulo, não mais com o vigor do primeiro mandato, mas ainda eficaz. Apesar de ainda dividir o seu tempo entre prefeitura e hospital (que estava em situação muito precária). Traçou prioridades para o seu mandato, já que Feliz estava mergulhada em séria crise econômica após o fechamento das gigantes Parmalat e Antárctica, alguns anos antes.  Com muita labuta e ajuda de sua equipe de trabalho, no qual o vice-prefeito era Darcísio Inácio Braun, conseguiu dar dinamismo à administração, procurando pagar as muitas dívidas pendentes ao longo das décadas. Terminou o seu mandato com a aquisição e a equipagem do prédio do Hospital Schlatter, como também com a implantação da Hidrojet, que hoje é uma das mais importantes indústrias da região.</div>
<div class="Corpodotexto">Ainda na vida pública, Liceu Paulo Caye foi presidente do Corede Vale do Caí e da Amvarc, tendo tomado a frente de vários empreendimentos de grande importância no desenvolvimento regional e até mesmo estadual. Ponderado e de poucas palavras &#8211; porém precisas &#8211; o Doutor Paulo tem um grande número de amigos e seguidores e é reconhecido por tudo o que fez por uma cidade.</div>
<div class="Corpodotexto">Caye, viúvo de Magdalena, hoje é casado com Susana Ludwig,  com a qual tem a filha Amanda. Vive na cidade de Feliz e continua o seu ofício de médico, tendo no coração uma certeza: É nascido em Santa Cruz do Sul (em 17 de maio de 1942 sendo filho de Carlos Armindo e Olmira Ludwina Caye), criado em Lajeado, formado em Porto Alegre, mas tem na Feliz a sua terra, o seu cantinho, o seu lar, sendo cidadão honorário do município.</div>
<div>A homenagem feita ao médico e político é, por certo, muito justa, afinal, o seu trabalho não foi apenas em favor de Feliz, mas da região como um todo, tendo estreitos laços com os governadores do Estado, com os quais atraiu investimentos para o vale do Caí, dentre os quais as ligações asfálticas que fazem da região uma das mais desenvolvidas do território nacional.</div>
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		<title>Carrard recebe duas homenagens em uma semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornal Qtal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2017 19:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem conhece Arno Eugênio Carrard maravilhado fica ao ouvir os seus relatos, o que dizer então daqueles que nunca tiveram o privilégio de escutar a sua oratória. Assim, em São Pedro da Serra, quando Arno Eugênio recebeu o título de Cidadão Honorário, era perceptível a alegria de ser plateia para o renomado advogado. Depois da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem conhece Arno Eugênio Carrard maravilhado fica ao ouvir os seus relatos, o que dizer então daqueles que nunca tiveram o privilégio de escutar a sua oratória. Assim, em São Pedro da Serra, quando Arno Eugênio recebeu o título de Cidadão Honorário, era perceptível a alegria de ser plateia para o renomado advogado.<br />
Depois da premiação entregue e dos discursos, o comentário era um só: a facilidade em Carrard colocar as palavras e, com elas, emocionar. Mas não foi apenas Carrard que fez uso da palavra, pois o vereador proponente, André Mallmann, falou aos presentes, explicando os motivos de homenagear o advogado da emancipação. “Reconhecer o que foi feito por Carrard é reconhecer a nossa própria história. Se hoje somos município isso se dá pelo trabalho gratuito que ele fez e pelo esforço sem par dos nossos emancipadores. Que a homenagem a Carrard seja também a eles todos”, disse André Mallmann recordando os personagens de outro tempo, assim como o seu avô, Sílvio, que no dia da homenagem estava comemorando 91 anos de vida.<br />
O presidente do legislativo, André Adilson Artus, também fez uso da fala que lhe cabia, elogiando Carrard e afirmando que a emancipação não veio pela cor partidária, mas pela paixão pela terra. “Não foi um partido que emancipou São Pedro. Foi a comunidade. E pela comunidade devemos lutar. São Pedro é uma grande família e deve continuar assim”, pontuou o presidente.<br />
A prefeita Isabel Cornelius, com menos palavras, aproveitou para parabenizar Carrard e agradecer o que ele fez por São Pedro da Serra. Assim também os vereadores, que votaram de maneira favorável, renderam agradecimentos ao advogado bom-principiense e, agora, são-pedrense.<br />
“Lembro de tantas pessoas desta terra. De tantas histórias que aqui aconteceram. Mas para rever os meus amigos teria que ir ao campo santo e sobre a laje fria me sentar, conversando com aqueles que ali repousam na santidade. Mas, que bom, ainda há muitos dos nossos emancipadores aqui e a eles agradeço a oportunidade que me deram em participar de vossa história. Ao vereador proponente e seus nobres pares, muito obrigado. Não esqueçam que a história deve ser feita a cada dia, por muitas mãos. Agora é a vossa vez”, comentou Carrard, fazendo referência às personagens como o presidente da comissão emancipadora Romeu Lermen. “Não vamos contar detalhes do que se passou pois ficaríamos dias aqui e as pessoas ficariam piedosas de nós, e não é esse o intuito. Conseguimos o que queríamos. Não podemos imaginar São Pedro como distrito de Salvador do Sul. Era apenas uma rua, entre a cidade a qual pertencia e Linha Francesa. Hoje, pasmem, nos perdemos no emaranhado de ruas e devemos voltar pra cá com um GPS”, disse falando do crescimento, arrancando risadas dos presentes.<br />
O presidente da comissão emancipadora, Romeu Lermen, teve a honra de entregar ao advogado a homenagem em forma de placa e, a todos os outros emancipacionistas convidou para uma foto ao lado do amigo que, para São Pedro da Serra foi um pai, afinal, de seus atos fez nascer, em 1992, um filho de imenso progresso.</p>
<p>AMVARC E COREDE</p>
<p>Corede Vale do Caí e Amvarc, duas das entidades representativas dos municípios de nossa região, tiveram na semana que passou uma programação de final de ano, onde parte dos prefeitos se fez presente. Outros tinham representação e assim viram, Arno Eugênio Carrard, ser chamado para receber uma homenagem.<br />
Quando Arno iniciou o seu maior projeto de vida, enfrentar o sistema ditatorial e buscar pela emancipação de Bom Princípio, em 1982, nem ele sabia o quanto seria importante o seu ato. O Vale do Caí era formado, até então por Montenegro, Caí, Feliz, Portão e Salvador do Sul. Nada além. Bom Princípio foi declarado município e, pouco tempo depois o telefone de Arno e a sua campainha, em Porto Alegre ou na Terra do Moranguinho, não paravam de tocar. Eram outros buscando o mesmo sonho e, pasmem, tiveram o apoio gratuito dele. “Foram mais de 200 municípios emancipados pelas mãos de Carrard e todos devem se sentir orgulhosos do nosso advogado e amigo”, conta Alzir Bach, presidente do Coredes e um dos proponentes da homenagem.<br />
Alzir e o prefeito de Feliz, Albano Kunrath, fizeram a entrega oficial, representando a todos e sendo aplaudidos, assim como os atos de Carrard. “O que seria de Linha Nova, por exemplo, se ainda pertencesse à Feliz?”, questionou Arno no começo de sua fala. Pois assim todos os outros emancipados não teriam o mesmo desenvolvimento que obtiveram até hoje. “Uns mais, outros menos, mas todos cresceram e mostraram que a luta foi válida. Alguns dos prefeitos das cidades mães lutaram contra as emancipações, mas vontade do povo, a democracia foi superior”, relatou Carrard com a placa em suas mãos e sob observância de todos.<br />
O ex-prefeito de Feliz e ex-presidente da Famurs, Clóvis José Assmann, anfitrião da noite ao lado do seu filho Emanuel, fez referência a Arno como um dos mais hábeis advogados da área pública e também salientou o poder de oratória do pai das emancipações. E um elogio vindo de Clóvis, em referência à oratória, é quase que um troféu, pois o próprio Assmann é um orador de primeiríssima linha.<br />
O encontro que homenageou Carrard terminou ao som da Fröhliche Blasskapelle e ao sabor inigualável de um eisbein regado à cerveja felizense. Uma noite feliz para Carrard e todos os que viram nascer o, hoje denominado, Vale da Felicidade.</p>
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		<title>Doutor Paulo recebe homenagem em Vale Real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornal Qtal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2014 15:53:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feliz]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Vale Real]]></category>
		<category><![CDATA[Comenda Kronenthal]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Paulo Caye]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.jornalqtal.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Doutor-Paulo-Caye.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-633" alt="Doutor Paulo Caye" src="https://www.jornalqtal.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Doutor-Paulo-Caye-300x225.jpg" width="300" height="225" srcset="https://www.jornalqtal.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Doutor-Paulo-Caye-300x225.jpg 300w, https://www.jornalqtal.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Doutor-Paulo-Caye-768x576.jpg 768w, https://www.jornalqtal.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Doutor-Paulo-Caye.jpg 992w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Há duas semanas Liceu Paulo Caye foi homenageado no Vale Real, município que é filho de Feliz. E nada mais justo que render homenagem ao prefeito, dos tempos que antecederam a emancipação, que indiretamente foi papai de incontáveis pessoas do Vale do Caí.<br />
Depois de 10 anos sem ser promovido, o evento que concede às personalidades que trabalham em favor de Vale Real, a câmara de vereadores local realizou nova edição da Comenda Kronenthal, felicitando pessoas como professor Colling e o médico Liceu Paulo Caye.<br />
Quem é o cidadão Caye?<br />
Mudar os rumos da vida, de mala e cuia, parecia destino para o garoto Liceu Paulo Caye. Afinal, com três meses de vida apenas, foi no colo dos pais para Lajeado, deixando no passado a cidade de Santa Cruz do Sul, sua terra natal.<br />
Quando crescia em sabedoria decidiu mudar-se para Porto Alegre em busca de sua formação profissional. Queria mesmo era ser médico e foi estudar na Universidade de Federal do Rio Grande do Sul, sendo um dos alunos de melhor nota entre todos os seus colegas. Poderia ter ido trabalhar nos Estados Unidos, tal era o seu destaque entre a turma, todavia o seu desejo era voltar para Lajeado para exercer ali a sua profissão. Mas quis o destino que uma nova mudança de endereço ocorresse, desta vez definitiva.<br />
Ia-se o ano de 1968 e o jovem médico era convidado para vir à cidade de Feliz, para substituir Théo Tássilo Schlatter em suas férias que iriam durar 60 dias. Era garoto de vinte e poucos anos mas sabia muito bem o que queria da vida.<br />
Em primeiro momento, assustou-se ao ver que na cidade de Feliz. Água potável não havia, a energia elétrica era insuficiente e a telefonia ultrapassada. A realidade do jovem que estudara em Porto Alegre era bem diferente agora, pois Feliz não tinha nem ao menos acesso asfáltico. O que seriam apenas dois meses de trabalho se tornou dois anos, duas décadas, enfim, uma vida. Foi na cidade de Feliz que casou com Magdalena Müller e teve seus filhos, Carlos e Luiza. Foi também neste recanto interiorano que ajudou a por no mundo milhares de crianças, não se importando se as pessoas tivessem dinheiro ou não para os atendimentos necessários. Antes de mais nada, Doutor Paulo era humano, e assim foi aceito na cidade de Feliz como se dela fosse filho nato.<br />
Os anos se passaram e, em 1982, formou, com Clóvis Assmann, a chapa vitoriosa no pleito eleitoral assumindo um novo desafio em sua vida: ser prefeito de uma cidade com pouca infraestrutura básica. Acumulando as tarefas de médico com as de prefeito, o desafio foi vencido com muito trabalho. Seu dia parecia ter mais do que 24 horas, tanto que alguns se perguntavam, “mas quando é que este homem descansa?”. Empresas foram atraídas para a cidade e para o interior, luz, água e telefonia não eram mais um sonho, mas sim uma realidade. Durante seis anos geriu o município com a sabedoria que lhe foi concedida por Deus e aprimorada durante a vida.<br />
Em 1992 voltou a concorrer e vencer, sendo eleito prefeito pela segunda vez. Desta vez tendo por vice-prefeito Pedro Martini Neto. Naquele mandato de quatro anos, primou por obras nos setores de saúde e educação, para abranger as mais diversas comunidades. Foi neste período em que Feliz não era mais tão grande – Vale Real, Alto Feliz e Linha Nova haviam se emancipado – que cresceu muito a autoestima do povo e as empresas locais pareciam cada vez mais pujantes.<br />
Em 2001, na entrada do novo milênio, lá estava o mesmo Doutor Paulo, não mais com o vigor do primeiro mandato, mas ainda eficaz. Apesar de ainda dividir o seu tempo entre prefeitura e hospital (que estava em situação muito precária). Traçou prioridades para o seu mandato, já que Feliz estava mergulhada em séria crise econômica após o fechamento das gigantes Parmalat e Antárctica, alguns anos antes. Com muita labuta e ajuda de sua equipe de trabalho, no qual o vice-prefeito era Darcísio Inácio Braun, conseguiu dar dinamismo à administração, procurando pagar as muitas dívidas pendentes ao longo das décadas. Terminou o seu mandato com a aquisição e a equipagem do prédio do Hospital Schlatter, como também com a implantação da Hidrojet, que hoje é uma das mais importantes indústrias da região.<br />
Ainda na vida pública, Liceu Paulo Caye foi presidente do Corede Vale do Caí e da Amvarc, tendo tomado a frente de vários empreendimentos de grande importância no desenvolvimento regional e até mesmo estadual. Ponderado e de poucas palavras &#8211; porém precisas &#8211; o Doutor Paulo tem um grande número de amigos e seguidores e é reconhecido por tudo o que fez por uma cidade.<br />
Caye, viúvo de Magdalena, hoje é casado com Susana Ludwig com a qual tem a filha Amanda. Vive na cidade de Feliz e continua o seu ofício de médico, tendo no coração uma certeza: É nascido em Santa Cruz do Sul (em 17 de maio de 1942 sendo filho de Carlos Armindo e Olmira Ludwina Caye), criado em Lajeado, formado em Porto Alegre, mas tem na Feliz a sua terra, o seu cantinho, o seu lar.<br />
Um dos seus grandes orgulhos, como médico, é ter sido pai de muitos e muitos felizenses, e mais, é ser pai de uma médica, Luiza, que pode seguir o seu legado.</p>
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