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	<title>Senegal &#8211; Jornal Qtal</title>
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		<title>Linha Francesa tem trabalhadores senegaleses</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2014 21:16:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando da colonização alemã, por conta da vinda de imigrantes de regiões próximos à França, a pequena localidade – hoje no interior de Barão – recebeu o nome de Linha Francesa, mas com o passar dos anos, imigrantes alemães, italianos e lusos se tornaram maioria. Agora, mais de um século e meio depois da colonização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando da colonização alemã, por conta da vinda de imigrantes de regiões próximos à França, a pequena localidade – hoje no interior de Barão – recebeu o nome de Linha Francesa, mas com o passar dos anos, imigrantes alemães, italianos e lusos se tornaram maioria. Agora, mais de um século e meio depois da colonização da comunidade, uma nova etnia passa a fazer parte do cotidiano.</p>
<p>Três jovens nascidos no Senegal vieram até o Brasil em busca de trabalho e encontraram condições de labutar e viver na pequena Linha Francesa. Receberam o convite dos empresários César e Volnei Wilmsen para trabalhar na Transportes e Madeireira Alto Serra, vindo de Caxias do Sul em direção a Barão para realizar o sonho de uma vida melhor. E assim, juntamente a outros 16 funcionários, os senegaleses trabalhar na fabricação de paletes de madeira, atendendo a crescente demanda de mercado.</p>
<p>Na semana passada o prefeito Jefferson “Biriba” Schuster Born e o vice-prefeito José Flach foram até a empresa, acompanhados do secretários de obras públicas Ildo Schuh, visitando o empreendimento e colocando-se a disposição da empresa para fomentar o desenvolvimento.</p>
<p>“Ficamos felizes em ver o desenvolvimento da Alto Serrana pois percebemos que o trabalho realizado é sério. Festejamos também o aumento do número de funcionários, o que representa qualificação na situação de vida dos moradores que dependem dos recursos mensais oriundos da empresa”, frisou o prefeito, rendendo elogios aos empresários.</p>
<p>César Wilmsen, ao ser questionado sobre a contratação de funcionários vindos da África, disse que havia pouca ou quase nenhuma oferta de mão-de-obra na região, de modo que a vinda dos senegaleses veio de encontro à necessidade. “Nos entendemos bem, no que diz respeito ao trabalho”, disse o empresário, dando a entender que a comunicação cotidiana se dá, também, através de gestos.</p>
<p>No que tange à empresa, que passa por um processo constante de modernização, basta dizer que possui clientes de peso como a Gerdau e a Tramontina, comprovando que a seriedade é marca registrada dos empreendedores de Linha Francesa Alta.</p>
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