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Cultura

Iuri – um golaço no time da fé

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Para sagrar Iuri Hummes Specht à Igreja não havia lugar melhor que uma quadra de esportes, afinal, o cracaço de bola entra, agora, em definitivo, para o time de Cristo.

Iuri, salvadorense de coração, fez dobradinha no palco com o seu colega Antônio Becker, levando o público presente ao centro de esportes de Paverama ao completo delírio. Não foram 90 minutos de jogo, mas longos anos de preparação para o dia de domingo. Para Iuri, 26 anos, e Antônio, 36, 29 de novembro era o grande dia, afinal, estavam sendo sagrados diáconos a frente de mais de cinco mil pessoas.

Antônio Hochscheidt Becker

O jovem de 36 anos é filho de Levino Becker (in memoriam) e Elsa Hochscheidt Becker. Natural de Alecrim, onde pertenceu à Paróquia Santa Cecília, hoje, Antônio pertence à Paróquia Nossa Senhora da Conceição, de São Sebastião do Caí. No que diz respeito à ordenação, o sentimento é de ansiedade e de muita alegria pelo sim dado.

“Quero agradecer o apoio recebido de meus familiares e todo o povo de Deus, afinal, entenderam a importância da minha resposta afirmativa ao chamado”, citou o novo diácono.

A ordenação presbiteral de Antônio está marcada para o dia 29 de abril de 2016. Ao passo que a primeira missa será no dia 1º de maio. As duas celebrações serão na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, de São Sebastião do Caí.

Por ter 10 anos mais do que Iuri, Antônio, mostra maior tranquilidade em sua fala, chegando ao altar como se fosse regente de um time. Discreto soube cativar ao público e fazer dobradinha com Iuri.

 

Iuri foi pros braços do povo

Poucos momentos antes de pisar na quadra de esportes, por onde apenas passaria para chegar ao palco para receber sua principal premiação da vida, Iuri foi questionado sobre o que sentia. A resposta veio de pronto: “alegria, muita alegria”.

Lá adiante, bem junto ao palco, vovô Artêmio e vovô Edegar, ladeados por suas esposas, observavam curiosos a chegada do jovem. Desta vez não adentrava o campo para fazer gols, mas, necessário não seria, pois receberia a ordem diaconal que, para ele, muito mais representa que uma bola na rede.

A entrada triunfal foi feita juntamente com os pais, José Paulo Specht e Mariani Hummes, cercado de padres por todos os lados. Estava sereno e sabedor do que viria pela frente naqueles momentos, mas, depois de ouvir as palavras de Dom Paulo de Conto, bispo da diocese de Montenegro, Iuri mudou as feições. Percebera que a vida ficara ainda mais séria. Os compromissos ainda maiores.

Prostrado diante do altar recebeu a ordem diaconal e das mãos dos pais, a estola transversal. Acarinhou a irmã Monalisa e derramou uma lágrima apenas. Era a simbologia que bastava para mostrar que o gigante, com mais de 1,90, é também um homem de coração mole.

Em seu pronunciamento, ao lado de Becker, falou do sentimento familiar e do agradecimento a todos que o ajudaram. Lembrou do irmão, Iurgen, que está morando no distante Velho Mundo, e afirmou que o seu mano estava ali, presente, em alma e coração.

Findada a celebração, Iuri, que é chamado carinhosamente de Padre pelos amigos da cidade natal, foi para os braços do povo. De abraço em abraço, o quase sacerdote, agradecia aos votos de felicitações. Com um largo sorriso na cara respondeu à brincadeira: “Fazer gols pela SUS é bom, mas este momento aqui é muito melhor”.

Tanto a prefeita Carla Maria Specht quanto o presidente da câmara de vereadores, Joaquim Lunckes, estiveram nos atos de ordenação, saudando ao jovem salvadorense e desejando que o seu exemplo seja por muitos seguido.

Aquele que poderia ter sido profissional no futebol ou no vôlei – assim como seu irmão – optou ser pastor do reino de Deus, e o fará muito bem. Ainda resta um passo para que faça justiça ao seu apelido, sendo ordenado padre no dia 13 de maio, na Paróquia de Três Santos Mártires das Missões, em Salvador do Sul, pelas mãos de seu tio avô, Dom Cláudio Hummes. No dia 15 acontecerá a sua primeira missa, igualmente na Matriz.

Será dia de uma nova partida, desta vez com Iuri jogando em casa, empilhando alegrias frente às pessoas que o amam e admiram desde os primeiros dias de sua existência.

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Bom Princípio

Aulas de caipirinha na TV americana

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Guilherme Hoff, radicado nos Estados Unidos a mais de uma década, começou a trilhar os caminhos na Terra do Tio Sam trabalhando com carnes e fazendo bons churrascos, agora, a arte de fazer caipirinha deixou ele em destaque, inclusive, na TV.

https://www.kens5.com/video/entertainment/television/great-day-sa/signature-cocktails-steaks-by-brasao-brazilian/273-2be59f97-fb7e-4ca0-8330-53dee3020203?fbclid=IwAR1Qd8xE57svQWSSu1Zf-7tTjXQV2cwus_p5LtkriXFVLaXbaWqGORb_g64

Ao clicar no link acima, você poderá ver uma aula, em inglês, de como fazer caipirinha. Isso mesmo. Seja de morangos, limão ou abacaxi, os americanos se encantam com a bebida tipicamente brasileira. E, o melhor, com cachaça vinda do Brasil…

Ainda que os moranguinhos não sejam de Bom Princípio, remetem à terra de origem de Guilherme, fazendo, por tabela, mídia ao município que o filho de Jorge e Clarinda Hoff leva sempre consigo.

Não duvidemos que tenham aprendido a fazer caipirinha, mas falar o nome de bebida ou até da cachaça, bem, isso os americanos terão maior dificuldade. O que, importa, porém, que bebam de nossa cultura.

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Cultura

Escola Valéria Kirch chega aos 80 anos

A celebração dos 80 anos da Escola Valéria Kirch mostra que a educação segue viva!!!

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O EDUCANDÁRIO É MUITO MAIS DO QUE TRADIÇÃO EM SÃO JOSÉ DO SUL, SENDO PARTE DA HISTÓRIA REGIONAL

Pensar a evolução da sociedade sem que tenhamos a educação como pano de fundo é inadmissível, em especial para uma colônia de origem alemã, assim, em 1939 nascia uma comunidade escolar e, a partir dela, o desenvolvimento sustentável e gradual. Agora, passados 80 anos, com um certo quê de nostalgia e agradecimento, São José do Sul celebra as oito décadas de sua mais importante escola. E não se trata de uma mera celebração, afinal, é a conquista da própria liberdade, com os olhos no futuro, que inicia com o estudo de qualidade.

“A escola tem por missão promover um trabalho pedagógico inovador, buscando estimular a criatividade, o empreendedorismo, o desenvolvimento da autonomia, a parceria família-escola e o convívio com a diversidade, favorecendo a formação de cidadãos aptos à realidade social.”

Histórico da Escola Valéria:

1939 Fundação da Escola com o nome de Escola Municipal Felipe Camarão, em Dom Diogo Baixo. Funcionava numa construção de madeira, cuja primeira professora e Diretora foi a Senhora Valéria Maria Kirch.

1978 Transferência para Dom Diogo Alto, em um prédio de alvenaria.

1980 Transferência dos alunos da Escola São Francisco de Salles para a Felipe Camarão

1984 Implantação da 6ª série, 1985 7ª série, 1986 8ª série e 2013 transição para o 9º ano

1988 alteração do nome da Escola para Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Valéria Maria Kirch.

Este ano a escola comemora seus 80 anos e convida toda comunidade para participar deste grande evento, no dia 23/06/2019, às 14h, na sociedade Botafogo, onde teremos as seguintes atrações:

  1. Retrospectiva e Galeria de Fotos
  2. Museu
  3. Foto Lembrança Instantânea no Cenário Anos 80
  4. Túnel do Tempo
  5. Brinquedos do Recreio de Antigamente
  6. Visitas Guiadas até a Escola
  7. Padrinho e Madrinha da

Fogueira dos 80 Anos

  • Venda de Camisetas e Tiaras Personalizadas
  • Café Colonial

1ª Escola Felipe Camarão ao lado da casa de Imelda Gabbardo

Escola Felipe Camarão no Centro e Escola São Francisco de Salles

1ª Ampliação da Escola Felipe Camarão

Alteração do nome de Felipe Camarão para Profª Valéria Maria Kirch

Escola Atual

1ª Diretora Valéria Maria Kirch

1ª Turma de Alunos com a Profª Valéria

Galeria de Diretores da Escola

São Francisco de Salles 1980 – Transferência dos alunos para Escola Felipe Camarão
Felipe Camarão – 1984
Primeira turma de formandos com a professora Valéria

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Cultura

Oktoberfest tem nova corte

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Tudo bem que é uma festa com ares alemães, mas uma corte com os sobrenomes de Muxkopf, Grub e Kunzler, convenhamos, é algo tão germânico que até os alemães haveriam de se surpreender. Isso que estamos falando da Oktoberfest de Maratá, em um pequeno recanto brasileiro de nome Maratá.

A rainha Vanessa Muxkopf e as princesas Micaela Grub e Neiva Kunzler foram escolhidas na noite de sábado, 25 de maio, sob a curiosa observância de mais de 1 mil pessoas. O pano de fundo, claro, um belo vilarejo alemão, de modo que fosse criado uma ponte invisível com o velho continente. O prefeito Fernando Schrammel teve a incumbência de dar início à festa, estourando um Bierfass, e propondo um brinde à toda a comunidade.

Emoções não faltaram, e diferente não poderia ser. Foi eleita também, na noite, a corte mirim da festa. A valorização dos costumes inicia ainda entre os pequenos assim, a Kleine Königin Oktoberfest é Halana Dalcin, eleita com 8.642 votos, enquanto a 1ª Kleine Prinzessin é Djenifer Rafaeli da Rosa, a 2ª Kleine Prinzessin Oktoberfest é Pâmela Führ Kirsten e a Kleine Sympathie é Yasmin Martins.

As soberanas receberam suas faixas e coroas daquelas que reinaram na 14ª Oktoberfest, a Rainha Larissa Grub e as Princesas Deisi Braun e Gabriela Schreiner que realizaram um emocionante desfile de despedida. Epa, calma. Grub entregando faixa e Grub recebendo faixa? Sim, a beleza é familiar, afinal, Larissa e Micaela são irmãs.

Os relatos de emoções foram emoldurados pelas falas Graziela da Motta e de Júlio César Schenkel Hanauer que estiveram à frente do protocolo. Nervoso, sim, mas movido pela emoção, Júlio, ao ver o nome da ganhadora sabia que tudo o que ele sentira era uma gotícula do que a rainha anunciada sentiria.

Vanessa Muxkopf havia sido candidata há algum tempo e não obtivera o êxito sonhado. Resolvera que buscaria novamente a coroa e a honraria de representar Maratá e sua maior festa. Redobrara estudos e esforços. Fora ela mesma na essência de ser e, desta vez, aos jurados conquistou, sendo merecedora da coroa, da faixa e do buquê de rainha, algo que tanto almejava.

Na noite do baile teve também o anúncio de parte da programação da 15ª Oktoberfest de Maratá. Destaque para o show nacional de Bruno & Barreto no dia 5 de outubro.

Passado o baile de escolha, as eleitas, terão a missão de divulgar e representar a 15ª Oktoberfest de Maratá, que cada vez fortalece mais a cultura e as tradições germânicas, e proporciona muita alegria e diversão aos participantes. O evento acontecerá nos dias 4, 5, 6 e 11,12,13 de outubro deste ano, no Parque Municipal da Oktoberfest, é claro, fazendo jus à tradição e ao sobrenome teuto das três eleitas. Será mais germânico do que nunca. Jetzt geht’s los!!!

Foto: Eduardo Kleinschmitt/Prefeitura

Texto: Alex Steffen/Jornal Qtal

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