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Projeto cultural continua com atração internacional e várias atrações regionais

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Com o envolvimento do produtor cultural Jacinto Klein nova comitiva de músicos da Europa aporta no vale do Caí

Está marcado para domingo, às 16h, na Praça Cônego Edvino Puhl, em São Sebastião do Caí, a abertura da segunda parte do projeto cultural “Brasil/Europa: Integrando a diversidade cultural brasileira através da música na região Sul do Brasil”, desenvolvido por Jacinto José Klein, que é o organizador da turnê. O objetivo é promover e valorizar a cultura e a tradição por meio da música instrumental.
O projeto é uma realização do Ministério da Cidadania, por meio da Secretaria Especial da Cultura, com patrocínio do Supermercado Selbach – O Super do Hans, de Feliz, com apoio técnico da Handia Produções, de Harmonia. A programação deste domingo, em Caí, inicia às 16h, com Cassius Prado e Banda, seguido do Musical Cristal Show, às 17h. Às 19h será a vez dos europeus da Orquestra Bayernkapelle Göppingen, da Alemanha, mostrar seus dons musicais, como atração internacional, com boa música natalina, folclórica e variada. Às 20h a Orquestra de Sopros de São Sebastião do Caí fará o seu show e, fechando a noite, tem a banda Planeta Sul.
Dia 11, na Sociedade Santa Cecília, de Bom Princípio, tem nova rodada de shows. A programação inicia às 19h30 com a Orquestra WBK, de Bom Princípio. Já 20h30 será a vez da Orquestra Bayernkapelle Göppingen e às 21h30 tem a dupla Allan e Kauã.
Dia 18 de dezembro, às 19h, na Praça XV, em Torres, fecha a temporada dessa segunda parte do projeto cultural financiado pela Lei Rouanet, com apresentação internacional da Orquestra Bayernkapelle Göppigen, da Alemanha.

Integração com grupos da região
Além da série de concertos no Rio Grande do Sul, os 12 músicos alemães farão intercâmbios na região. Vai ter atividades com o Grupo de Danças Folclóricas Alemãs Sankt Wendel, de São Vendelino, a Orquestra Bohn’s Musikanten, de Feliz, e apresentações para os alunos, professores e funcionários da Escola Estadual Leonardo Fritzen, de São Vendelino, onde serão agraciados, na parte da manhã, com danças gaúchas e, ao meio-dia, com um almoço.
O grupo de germânicos terá também uma integração com famílias e amigos no dia 8, domingo, momento em que pessoas pegam um dos músicos, às 10h, em Bom Princípio, e levam para um dia de convívio até por volta das 17h. A recepção aos alemães foi na tarde desta quarta-feira, no Jornal primeira Hora e também no gabinete do prefeito Fábio Persch e vice Joao Weschenfelder, na prefeitura de Bom Princípio. À noite teve uma janta de recepção da casa do organizador da turnê, Jacinto Klein.

A Orquestra Bayernkapelle Göppigen
Fundada em 1949, na cidade de Göppingen, na Alemanha, por Alois Schiller, a Orquestra Bayernkapelle Göppigen surgiu como um departamento da associação Bayernvereins Göppingen, fez a primeira apresentação dia no dia 17 de julho de 1949, em Eislinge,n e tinha como maestro Josef Scheirich.
Em 1953 assumiu a maestria o senhor Heinrich Schlosser. Após 12 anos, assumiu, em 1965, o maestro Leo Lampeitl. Em 1973, assumiu a função Sepp Jakobi. No ano de 1974, comemorou os 25 anos de fundação. No mesmo ano faleceu o fundador, Alois Schiller. Já no ano de 1984 a orquestra viajou para Flórida, nos Estados Unidos, para animar a Oktberfsfest local.
Em 1986 entra Kurt Frasch para treinar os músicos. O ano de 1989 foi o grande ano para comemorar os 40 anos de atividades do grupo, na cidade de Göppingen. O prefeito Hans Haller resumiu, na ocasião do 40º aniversário no Stadthalle Göppingen: “Ao longo das décadas, Bayerkapelle se tornou parte integrante da vida cultural em nossa cidade”.
Em 1991 foi a segunda participação em uma emissora de televisão, foi SWR in Baden-Baden. 1999 foi muito importante para os integrantes, pois comemorou o jubileu de ouro. E assim, sucessivamente, o grupo sempre animou Oktoberfest´s, festas populares, festas de cidades, desfiles, viagens para apresentações em outras cidades, tocatas na Paulaner, festas natalinas, festas de ano novo, além de outros grandes eventos. Ao completar os seus 70 anos de fundação, o grande feito é a viagem ao Brasil.

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Nem a chuva tira o brilho da Citrusflor

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A 7ª Citrusflor foi esperada por vários anos, mas quando se tornou realidade alcançou o êxito esperado. Uma festa e tanto na capital das flores e dos citrus cá no Rio Grande do Sul.
Tudo certo que a chuva deu uma atrapalhada básica na organização prévia, fazendo com que os voluntários trabalhassem em meio aos pingos, mas tudo foi realizado a contento. Jardins magnificos foram montados, revelando a criatividade e a qualidade que têm os viveiros e floriculturas de Pareci Novo. Já as frutas eram consumidas com prazer e voracidade pelos visitantes, afinal, estavam para lá de saborosas.
O clima cultural da festa também merece o seu devido destaque. O prefeito Oregino José Francisco, que é músico, aproveitou para matar a saudade e subiu ao palco, partilhando o local com o nativista Pedro Ernesto Denardin. E por aí foi a festa, tendo o ápice com o show de Guilherme e Santiago. Um grande público participou da festa e tudo se desenrolou dentro do esperado. A primorosa organização está de parabéns.
Outro fato que merece grande destaque foi o Desfile das Comunidades, sendo apresentada a cultura e as tradições do interior e da sede do Pareci Novo, com lembranças de tempos de vila e colônia. As soberanas, que encerraram o desfile, certamente, tem o sentimento de dever cumprido, pois não fosse a divulgação realizada com afinco, a festa não teria alcançado o êxito que teve.

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Plantio de Carvalho une nações

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Uma muda de carvalho seria apenas uma muda de carvalho, mas não, na noite chuvosa de sábado, dia 9 de novembro, ela viria a ser mais uma simbólica ponte erguida entre Brasil e Alemanha. E ao ser plantada representou a junção das terras alemãs e brasileira, afinal, Ruth Bender, a ex-primeira-dama de Dickenschied, com uma presença de espírito sem igual, trouxe em sua bolsa uma sacolinha com um punhado de terra trazida da cidade irmã de Salvador do Sul. E ao ser plantada pelo ex-prefeito Karl-Wilhelm Bender, pelo atual prefeito salvadorense, Marco Aurélio Eckert, pelo líder regional alemão, Franz-Josef Lauer, e outras autoridades mais, a árvore ganhou morada definitiva. Simbolizando a Alemanha em meio ao Brasil.
O Carvalho, que pode chegar a 40 metros de altura e até a 700 anos, é a simbologia da durabilidade de uma relação de intercâmbio. E assim, ao querer plantar um carvalho alemão no Brasil, os visitantes germânicos pretendiam imortalizar a união oficializada em 2013, quando de iniciativa de Carla Maria Specht e Pedro Valdemar Stein, então, prefeita e presidente da câmara de vereadores de Salvador do Sul.
E assim, com apresentações culturais, de danças, coral, orquestra e descerro de placas, o intercâmbio foi renovado, a expectativa de viagem uma comitiva brasileira à Alemanha em maio de 2020.

Programação variada
Além do plantio do carvalho houve também atividades conjuntas entre a comitiva de alemães, iniciando no Parque Municipal, com direito a música orquestrada, discursos do prefeito e vice de Salvador do Sul, convite oficial das soberanas para que voltem à terra brasileira, e outras solenidades. O descerro de placa comemorativa ao intercâmbio nos pórticos da cidade também teve reforço dos laços tendo o prefeito Bender citado as origens do intercâmbio, em um trabalho que iniciou com pesquisa em 2012, e confirmação do mesmo, em 2013.
Depois, no CTG, com direito a churrasco, canto e danças, todos buscaram se divertir, tendo Lauer, o líder regional alemão, feito referência direta aos outros intercâmbios que há entre Vale do Caí e a Alemanha, enaltecendo que uniões são feitas por pessoas, tal casamento entre elas. “Pode haver divergências de opiniões, mas um intercâmbio é a construção de uma vida conjunta, não entre partidos políticos, mas entre muitas pessoas”, frisou Lauer.
O trabalho cultural apresentado à comitiva foi primoroso, tendo à frente a secretária Elaide Petry Löff, que acredita no poder de renovação da cultura em uma sociedade em constante mutação.

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Festur inicia com ares de cultura

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Poucas horas antes da abertura da Festur, de Salvador do Sul, a chuva torrencial se fez presente, inclusive, inundando as ruas da cidade. Mas, ainda bem, que tudo se normalizou e um grande número de pessoas pode ir ao Parque Afonso Cristóvão Wallauer, para a abertura da festa. Por sinal, uma abertura belíssima, onde a cultura foi destaque.

Foto: Fernando Petry/Colaborador Jornal Qtal

Na abertura em si, muitos foram os prefeitos presentes, além de deputados e representante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento . Gabriel Affonso Assmann, que é felizense, atua em Brasília, no MAPA, e na sua presença em Salvador do Sul destacou a importância de eventos como este para o desenvolvimento regional.

Foto: Carla Maria Specht/Jornal Qtal

A secretária da educação e cultura, Coordenadora Geral da Festur, Elaide Petry Löff, por sua vez, agradeceu a presença das famílias e de todos os que respiram cultura, tendo cada apresentação uma pitadinha de Salvador do Sul.

O prefeito Marco Aurélio Eckert usou da palavra “orgulho” como guia do seu discurso, dizendo-se orgulhoso do município, da festa e do que foi feito até agora. O prefeito salvadorense acredita que a Festur deste ano baterá os recordes de público.

Foto: Vale Feliz FM/Divulgação

As soberanas, como sempre radiantes, receberam a todos, tendo o seu momento máximo, afinal, fizeram uma divulgação muito boa e, agora, colherão os frutos do seu trabalho.

Nesta sexta, feriado nacional, a expectativa é que o parque tenha o seu maior público nessa edição, com a programação do show de Luan Santana. O artista sertanejo sobe ao palco a partir de 1h, portanto na madrugada de sábado. Pela movimentação nas redes sociais, percebe-se que o artista tem público fiel.

A festa irá até domingo, com atrações variadas. A Festur tem cinco cervejeiros comercializando seu chopp, 11 agroindústrias em um espaço família, para sentar e conversar. Assim, a expectativa é que as pessoas não apenas se limitem a caminhar pelo parque ou ficar diante do palco, podendo interagir entre si.

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