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Pareci Novo

Citrusflor terá Guilherme e Santiago

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Há na vida frustrações e grandes momentos. Assim se fez no Pareci Novo, quando, há algumas semanas foi cancelado o lançamento da Citrusflor em nome de uma mudança de rumos e atrações do próprio evento. Agora, no dia 12 de abril, foi a vez de superar qualquer frustração e saber que a praça central da cidade – a Miguel Arraes – será palco de uma das festas mais populares que já houve na região.

Se o status e pompa que poderiam pensar os mais burgueses, mas com ares de povo, afinal, a festa é voltada para o povo, foi lançada a nova edição do evento. Será esta a 7ª Festa das Flores, Mudas e Frutos, a Citrusflor. Na oportunidade foram apresentados oficialmente os vestidos das soberanas, a rainha, Lauren Gabrieli, e das princesas, Marilisa Klein e Cláudia Amanda de Souza, produzidos pela estilista de Montenegro, Méri Karoline Pereira.

Sim, as soberanas e os seus trajes foram o grande destaque da noite, mas sempre há um algo mais pela frente. Todos querem saber quem serão as atrações musicais da festa, sem entender que, de fato, a mais grandiosa das atrações é a receptividade e a pujança do Pareci Novo. Mas, não são de serem desdenhadas as atrações que irão abrilhantar a feira que ocorre nos dias 7, 8, 9 e 10 de novembro no município. São elas: Super Banda Hopus; Banda Modello; Marmitt DJ; Lucas e Felipe e César Oliveira e Rogério Melo. O show nacional fica por conta da dupla sertaneja Guilherme e Santiago. A programação ainda será fechada nos próximos 30 dias, e surpresas serão anunciadas.

Músico em sua essência, o prefeito Oregino José Francisco, se mostrou mais gestor do que nunca pois comentou da importância da união da comunidade em torno da festa, lembrando dos nomes dos prefeitos e comissões organizadoras que trabalharam e fizeram da Citrusflor uma das principais festas do Vale do Caí.

O evento tem como presidente Douglas Brandt, que está, junto com amigos e colaboradores se desbravando para que tudo esteja a contento. Sabe ele que uma festa não se dá apenas no momento de sua realização, no caso do Pareci Novo, nos dias 7, 8, 9 e 10 de novembro. Agora, a partir da organização de Douglas e dos seus, tudo caminhará, sendo, gradualmente divulgadas novidades sobre a festa que tem sabor de citrus e ornamentos multicores. A Citrusflor deixará de ser uma festividade de cunho folclórico, com shows ocasionais, para ser um evento comunitário, é claro, se o povo do Pareci Novo cumprir com o que sempre faz de melhor: abraçar o seu município e tudo o que o cerca.

Texto: Alex Steffen
Fotos: Carla e Igor Kunzler

Cultura

Carla Specht assume Educação em Pareci Novo

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O trabalho de Monica Patrícia Hensel Metz a frente da Secretaria de Educação de Pareci Novo findou no apagar das luzes de 2017. Ainda que tenha realizado ações de grande valia e qualidade, Patrícia teve que optar por seguir na secretaria ou retomar as ações no Instituto de Educação São José, de Montenegro. E, seguindo a carreira que já constituíra anteriormente, Monica Patrícia optou por retornar à escola. Para dar continuidade ao trabalho, a secretária que se despediu indicou um nome de vasta experiência no setor público e educacional. O prefeito Oregino José Francisco aceitou a indicação e nomeou Carla Maria Specht como nova secretária.
A ex-prefeita de Salvador do Sul, por dois mandatos, teve o seu início de carreira como educadora e diretora da Escola Estadual São Salvador. Dali partiu para a área pública como secretária de educação, no governo de Volnei Garcia de Lima. Com aprovação elevadíssima na pasta, acabou sendo indicada como postulante à prefeitura e saiu vitoriosa nas duas eleições que participou. A experiência como ex-secretária e ex-prefeita ajudará na condução dos trabalhos em Pareci Novo, sendo, também, um desafio para Carla, afinal, são novas escolas, novas pessoas e uma nova realidade. “Acredito que o trabalho conjunto vença dificuldades. Não podemos fazer sozinhos o sucesso de um todo, assim, cada um fazendo a sua parte possibilitará que continuemos no caminho de sucesso que vinha sendo trilhado pela secretária Patrícia”, destacou Carla, dando os méritos à antecessora e a sua equipe.
A questão inicial, para Carla, é tomar ciência da realidade de Pareci Novo e, desta maneira, constituir uma linha de trabalho que traga resultados a médio e longo prazo. “A educação é a base de uma sociedade assim, dia após dia, temos que crescer e promover o desenvolvimento humano”, ponderou a educadora que tem formação em exatas.
Segundo o prefeito Oregino José Francisco, a indicação de Carla para a secretaria vem de encontro com a ideologia da gestão. “Não se pensa partido ou acordos políticos, mas uma gestão que prime por qualidade. Temos que agradecer o trabalho da secretária que se despede e, também, dar o nosso apoio à nova secretária que ajudará a construir um Pareci Novo melhor. Que ambas tenham sucesso em seus projetos”, frisou o prefeito saudando àquela que se despede e à Carla Specht, que agora integra a equipe de Pareci Novo.

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Pareci Novo

Oregino volta à prefeitura

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Oregino José Francisco, quando prefeito de Pareci Novo, teve como seu vice Rafael Antônio Riffel, todavia, quis o destino, que ambos viessem a se enfrentar no domingo, dia 2, no pleito que marcou o encontro entre Criador e Criatura.
Oregino, tantas vezes polêmico e sempre “elétrico”, foi o escolhido pela maioria dos eleitores do município, a tal ponto que voltará a estar prefeito de Pareci Novo, agora, em terceiro mandato, a partir de janeiro de 2017.
De opiniões fortes, Oregino buscará, como em oportunidades anteriores, angariar mais recursos em Brasília, para realizar os projetos sonhados no município.
Oregino volta a ter motivos para sorrir, alegando que “esta é a vitória da esperança e dos humildes”.

oregino

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Alto Feliz

Região ganha Academia de Letras

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Uma noite ímpar na história do Vale do Caí. Apresentados foram os primeiros imortais da Academia Montenegrina de Letras (AML), sendo eles comparados a Dom Quixotes, na luta em nome da cultura e da literatura que se instala na região.
No total foram 12 os empossados. Não são eles cavalheiros da Távola Redonda, muito menos apóstolos de um só Deus. São homens e são mulheres focado no desenvolvimento da sabedoria regional. E assim se deu a noite de 26 de abril, que, para os escritores é a sua segunda data de nascimento.
Realizado na Câmara de Vereadores de Montenegro, a programação iniciou com música. E música da boa, em dueto de Taicir Miranda Firmo e Israel Silva de Oliveira, fazendo dueto em violão e acordeon no Espaço Cultural André Zanatta. O local que recebeu ao público rende homenagem a um entusiasta da cultura popular. André Zanatta, que há um ano partiu para outra esfera, tinha o seu nome vivo entre os escritores e autoridades presentes.
Após, com a presença de autoridades regionais como os prefeitos Darci Lauermann e Carla Maria Specht, de São Sebastião do Caí e Salvador do Sul, se iniciou a programação oficial. Vereadores de Montenegro e São Sebastião do Caí também se fizeram presentes, dando contornos solenes à festa literária.
A Academia Passo-Fundense de Letras se fez presente, cabendo as autoridades desta tradicionalíssima entidade, fazer as honras de paraninfo, levando ao palco principal os 12 escritores que, a partir daquela noite, passariam a ser denominados imortais.
No discurso de Agostinho Both, vice-presidente da Academia Passo-Fundense de Letras, a emoção era perceptível, tendo ele lembrado de seu pai, que do Vale do Caí partiu na década de 1920, tendo ele, agora, a incumbência de voltar e investir, junto com os seus pares, os novos acadêmicos da região. Both lembrou grandes escritores da história mundial e foi passando por eles, citando várias passagens e fazendo alusão à importância que os “donos das tintas” têm na sociedade.
Após, a AML foi presenteada pelo seu padrinhos, a Academia Passo-Fundense de Letras, com diversos livros de acadêmicos desse sodalício, retribuindo com as obras literárias dos 12 empossados. O presidente da AML, Gelson Weschenfelder, em nome dos demais integrantes da entidade regional montenegrina e o acadêmico Bernardo Schneider foram os oradores da noite, revelando a capacidade de síntese de um escritor.
“Era apenas uma ideia e vários escritores motivados. Uma longa história e muito a se descobrir. Foi assim que iniciamos uma pesquisa sobre a escrita de nossa cidade e região do Vale do Caí, foi assim que iniciou a ideia da criação deste sodalício. Foram meses de trabalhos, pesquisas, conversas até a fundação, que ocorreu no dezembro passado. Conversas com escritores, entidades, com a comunidade, buscas e mais buscas. E hoje estamos aqui, concretizando um sonho de muitos”, destacou Weschenfelder.
Já se vão mais de 100 anos de história literária em nossa região e mais de 200 escritores foram localizados durante a pesquisa, revelando a riqueza da vida cultural do Vale do Caí. “Uma história riquíssima, que continua com nossos grandes escritores. Que continua na leitura de um de seus livros; nos trabalhos realizados em escolas, onde encontramos diversos Dom Quixotes, que lutam contra Moinhos, incentivando o hábito de leitura em nossas crianças, em nossos jovens”, argumentou o presidente em comparação com a história literária mundial.
A Academia Montenegrina de Letras, tem como objetivo, lembrar nossa história e unir com o presente, para assim construir um futuro, de incentivo à leitura e a escrita em nossa gente.
Quando de uso da palavra, depois do juramento feito pelo escritor Delmar Bertuol, o escriba e entusiasta cultural Bernando Schneider, mostrou versatilidade e sabedoria, conduzindo os presentes pela história da escrita e a sua importância na revolução ocorrida desde os tempos mais remotos. “Se o que escrevemos mudar o mundo, mudar a nossa cidade, ou mudar apenas uma pessoa já teremos alcançado o nosso objetivo”, destacou Schneider.
Ao final, ainda embalados pelas magníficas palavras do vice-presidente da Academia de Letras de Passo Fundo, Agostinho Both, deixaram o hall da Câmara de Vereadores investidos da responsabilidade de levar adiante a cultura da região e propaga-la pelos pagos gaúchos, indo em direção às fronteiras universais, afinal, os livros são imortalizadores de ideias e eles precisam autores que os levem às estantes de todo o planeta.

São os 12 Acadêmicos empossados na AML:
– Djacyr Alves como membro efetivo e perpétuo desta academia, ocupando a cadeira nº 1, que tem como Patrona Filomena Maria de Oliveira Brandão.
– Gelson Weschenfelder ocupando a cadeira nº. 2 que tem como patrono Pe. Antônio Steffen.
– Alexandre Steffen, ocupando a cadeira nº 3, que tem como Patrono Frei Fidelis Dalcin Barbosa
– Roque Colling, ocupando a cadeira nº 4, que tem como Patrono Balduíno Rambo.
– Cristina Rolim Wolffentüttel, ocupando a cadeira nº 5, que tem como Patrono Hélio Alves de Oliveira
– Eduardo Kauer, ocupando a cadeira nº 6, que tem como Patrono Vitor Silva.
– Delmar Bertuol, ocupando a cadeira nº 7, que tem como Patrona Andréia Cecy Sá Brito.
– Geison de Moraes Machado, ocupando a cadeira nº 8, que tem como Patrono José Daudt de Sá Brito Filho.
– Isaura de Mattos, ocupando a cadeira nº 9, que tem como Patrona Maria Eunice Müller Kautzmann.
– Bernardo Schneider, ocupando a cadeira nº 10, que tem como Patrono Germano Albino Junges.
– Simone Dörr, ocupando a cadeira nº 11, que tem como Patrono Guido Ruschel.
– Jefferson Giacomelli, ocupando a cadeira nº 12, que tem como Patrono Rev. Ernesto J. Bernhoeft.

Academia

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