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Feliz

Feliz terá nova edição do Homens na Cozinha

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O ato de voluntariado terá 10 pratos neste ano

Todos os anos vários homens vão para cozinha em prol de uma boa causa: a solidariedade. E neste ano não será diferente. O evento Homem Feliz na Cozinha, que chega na sua 15ª edição, está agendado para ocorrer no sábado, dia 6 de julho, a partir das 20h, no salão nobre na Socef. O ingresso pode ser adquirido com os cozinheiros por R$ 70 e com a Secretaria de Educação e Cultura, pelo telefone 3637-4210. Ele dá direito a degustar todas as 10 cozinhas.

A iniciativa é promovida pelo gabinete da Primeira Dama e pela Associação de Voluntários Mais Feliz- ONG Mais Feliz. O trabalho das equipes é totalmente voluntário, sendo que são os cozinheiros que arcam com as despesas e todo o dinheiro arrecadado é doado ou usado em prol do social.

Confira quem as 10 cozinhas:

– COZINHA 01 – Prato: MAMINHA AO MOLHO DE NATA

Mestre: Fábio Krindges;

Auxiliares: Fernando Martello e Roberto Zwirtes 

-COZINHA 02 -Prato: CAMARÃO REAL

Mestre: Rogério Selbach;

Auxiliares: Juacir Dries e Fernando Stefani

– COZINHA 03 -Prato: MATAMBRE RECHEADO C/ MASSA E ACOMPANHAMENTOS

Mestre: Joaquim Freiberger;

Auxiliares: Dario Ten Cate e Jacó Trein

– COZINHA 04 -Prato: LASAGNE DI RAVIOLI QUATTRO FORMAGGI

Mestre: Junior Freiberger;

Auxiliares: Luciano Reichert e Marcus Leonardo Nienow

– COZINHA 05 -Prato: MASSA AO MOLHO DE FRANGO COM MANGA E CERVEJA PRETA

Mestre: Carlos Berres;

Auxiliares: Rafael Auler e Aparício Dorneles

– COZINHA 06 -Prato: WOLFBRADEN

Mestre: Renato Froener

Auxiliares: Odair Seidel e Ricardo Bagatini

– COZINHA 07- Prato: RODÍZIO DE FRICASSÊ

Mestre: Daniel Zimmer;

Auxiliares: Nélson Martiny e Gabriel Assmann

-COZINHA 08-Prato: COSTELA SUÍNA A MODA OUTBACK, ACOMPANHADA DE PURÊ DE BATATA E REPOLHO REFOGADO NO VINHO BRANCO.

Mestre: Antônio Pedro Schneider;

Auxiliares: Paulo Henrique Soares e Pedro Vitor Martini

-COZINHA 09-Prato: PÖRKÖLTKÉSZITÉS  CIGANYOSAN GALUSKÁVAL (Frango ao molho de páprika a moda cigana com massa)

Mestre: Janos Pinter;

Auxiliares: Carlos José Cviko e Eduardo Martiny Schneider

 -COZINHA 10-Prato: COSTELINHA DE PORCO AO MOLHO DE CERVEJA PRETA C/ BATATAS RÚSTICAS

Mestre: Cláudio Rodrigo Vieira

Auxiliares: Márcio Henrique Müller  e Bruno Krumenauer Silva

Aperitivos: Albano José Kunrath, Vilmar A. Ritterbuch e Júnior Santos

Sobremesas e café: Associação de Voluntários Mais Feliz

Frutas: Rei do Abacate

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Cultura

A flor do Roncador

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 A produção de vinhos é milenar. Muitos povos antigos a consideravam a bebida dos deuses, o néctar dos deuses. Suas citações estão presentes em praticamente todas as fases da história humana.

As culturas da uva e do vinho economicamente fazem a diferença para inúmeras famílias,  que tem no seu plantio e na sua produção o seu sustento.

 O Rio Grande do Sul em sua história econômica tem o vinho e a uva como uma excelente referência, pois são apreciados não somente no Brasil, mas em inúmeros países do exterior, refletindo em índices consideráveis na sua balança comercial (exportações).

Na foto, o selo e a garrafa da empresa, A FLOR DO RONCADOR, vinho especial, álcool menos de 10,80 graus, de propriedade do Sr. Jorge Seidel, engarrafado por João Alberto Seidel localizada em Roncador, na época município de São Sebastião do Caí, atualmente município de Feliz.  A empresa funcionou durante alguns anos na década de 1920.

Fotos e fontes: Janete Seidel, Danilo Seidel e Rosane Wilhelmsen

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Cultura

Em dia de Reis, Dom Remídio Bohn, servo de Deus, parte à morada eterna

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Seu nome não era Melchior, Baltazar e Gaspar. Era Remídio. Não era rei, como aqueles que visitaram o Menino Jesus na manjedoura. Era servo. Servo de Deus. Um servo que, tal o seu nome, remava em direção ao porto divino, acreditando, piamente, nos ensinamos deu seus pais, tementes à Deus.

Foi no dia dedicado aos Reis Magos, que viram Cristo Menino, que Dom Remídio Bohn, foi ver a face de Jesus, frente-a-frente. Em 6 de janeiro de 2018 despediu-se da vida terra e foi à morada eterna. Jovem ainda, com 67 anos, entregou a sua vida a Deus e desta partiu deixando um belíssimo legado de oração, fé e esperança.

Nascido entre os Bohn, dos muitos de Bohnenthal – nome dado à localidade de São Roque – estudou em colégio paroquial e depois ingressou no seminário. Era vocacionado a tal ponto que padre fosse ordenado, em 1975, pelas mãos de Dom Vicente Scherer. Seu lema latino OMNES FRATRES SUMUS (Somos todos Irmãos) deixava claro o seu jeito de pensar a vida e a sociedade.

De 1976 a 1977, foi assistente dos seminaristas no Seminário São João Maria Vianney, em Bom Princípio; de 1978 a 1980, foi professor no Seminário Menor São José, em Gravataí; em 1980 e 1981 foi Pároco na paróquia São Pedro de Poço das Antas; de 1982 a 1986, assistente dos seminaristas e depois reitor no Seminário Menor São João Maria Vianney, em Bom Princípio; de 1986 a 1992, diretor espiritual e assistente dos seminaristas no Seminário Maior de Viamão; de 1987 a 1988; pároco da Paróquia Santo Antônio, em Canoas; de 1993 a 1995; pároco da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Porto Alegre; de 1996 a 2006, pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário em Porto Alegre. Foi coordenador de pastoral do Vicariato de Porto Alegre, de 2002 a 2004; atuou também como Penitenciário da Arquidiocese, assistente espiritual dos Diáconos Permanentes, diretor da Sociedade Fraterno Auxílio e representante dos presbíteros.

Foi nomeado Bispo Auxiliar de Porto Alegre, aos 18 de janeiro de 2006, pelo Papa Bento XVI, com o título de UCHI MAIUS. Foi ordenado bispo na Catedral Metropolitana de Porto Alegre, aos 17 de março de 2006. Desde 18 de janeiro de 2006, atuou como vigário episcopal do Vicariato de Porto Alegre, até 2010.

No dia 20 de abril de 2011 foi empossado por Dom Dadeus Grings como vigário episcopal do Vicariato de Guaíba, na sede do vicariato, a Paróquia Nossa Senhora do Livramento. Uma das missões de Dom Remídio é preparar aquela porção da Arquidiocese de Porto Alegre para no futuro ser uma nova diocese.

Durante a 49ª Assembleia dos Bispos do Brasil em Aparecida do Norte, no dia 10 de maio de 2011, foi eleito secretário do Regional Sul-3 da CNBB.

No dia 28 de novembro de 2011 o Papa Bento XVI o nomeou bispo da Diocese de Cachoeira do Sul. Tomou posse na Diocese de Cachoeira do Sul no dia 26 de fevereiro de 2012.

Havia algum tempo que lutava contra um câncer no pâncreas, ficando internado em instituição hospitalar. Ainda que estivesse no hospital, mantinha firme sua fé, rezando pela comunidade e pelos amigos que fizera na vida.

Os atos de despedida, que querido filho felizense, tiveram lugar em Porto Alegre, após na sua comunidade natal e enfim, no jardim da paz na diocese de Cachoeira do Sul.

Dom Remídio a muitos inspirou por sua vocação, tendo um sobrinho padre, Ângelo Bohn, e muitos outros, jovens de sua terra, tendo seguido o seu caminho. Agora, frente a Deus, repousará e olhará por todos os que amava, de mãos dadas com seu pai terreno, que partiu em idade centenária, e seu Pai Celestial.

 

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Bom Princípio

Em visita à doce Rosinha

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Ainda que Irmã Rosinha – de batismo Cecília Steffen – filhos não tenha, ela pode ser denominada como a atual matriarca dos Steffen do vale do Caí e de Poço das Antas. A religiosa, que se aproxima dos 90 anos, fez trabalhos magníficos por onde quer que tenha passado, deixando exemplos de bondade e bem querer. Assim, agora que a idade avança e ela está interna em um lar destinado para religiosos idosos, é a vez da família retribuir.
Sob os cuidados de Ivone Ruschel, sobrinha de Rosinha (e com uma grande semelhança física com ela), no dia 17, os familiares ligados a Emílio Steffen, irmão mais velho da religiosa, foram até São Leopoldo visita-la. Foram realizadas apresentações de Natal, com direito a música e orações, levando os idosos, e aos demais presentes, às lágrimas. Além de sobrinhos, como Ivone, Olavo e José “Iupi” Steffen, estiveram presentes sobrinhos-netos e sobrinhos-bisnetos, sendo todos saudados pelos idosos.
Rosinha, que por décadas trabalhou em Tupandi, tem alguma dificuldade de locação, contudo, se mantém bastante ativa e consciente, tendo boa memória e, ainda bem, muitas boas histórias para contar.

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