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Cultura

Pandora transforma música em máquina do tempo e leva público de volta aos anos 80 e 90

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Com repertório marcado por grandes sucessos, energia e nostalgia, banda gaúcha transforma o palco em uma verdadeira viagem pelas décadas que marcaram gerações

Há músicas que ultrapassam o tempo. Basta ouvir os primeiros acordes para lembrar de uma época, de uma pessoa, de uma festa ou simplesmente de um momento da vida. É justamente essa capacidade da música de despertar memórias que está no centro de “Máquina do Tempo”, novo projeto audiovisual da Banda Pandora, de Feliz, no Rio Grande do Sul.

Gravado no All Need Master Hall, em Caxias do Sul, o espetáculo foi concebido como uma viagem musical pelas décadas de 1980 e 1990, períodos que deixaram uma marca profunda na cultura pop e na memória afetiva de diferentes gerações. O resultado é um show que combina música, imagem, figurino e uma atmosfera cuidadosamente construída para transportar o público para outra época.

E a viagem começa justamente onde a Pandora sabe conduzir o público: nas músicas.

Uma trilha sonora que atravessa gerações

O repertório da Pandora passeia por diferentes vertentes que fizeram história, reunindo pop, rock, new wave, synthpop, eurodance e grandes baladas. São estilos que dominaram rádios, festas, pistas de dança e programas de televisão e que, décadas depois, continuam facilmente reconhecíveis.

Em apresentações anteriores, a banda já mostrou essa versatilidade ao interpretar nomes como RPM, Depeche Mode, Pet Shop Boys, Modern Talking, Bon Jovi, A-ha, Queen, Pink Floyd, AC/DC, Guns N’ Roses, Creedence, Men At Work, Midnight Oil, Mamonas Assassinas, Roupa Nova e Raul Seixas, entre muitos outros. O repertório demonstra que a proposta vai muito além de um único gênero: é uma celebração da música que marcou diferentes momentos.

Em “Máquina do Tempo”, “Voyage Voyage” aparece como uma das músicas de destaque do projeto, funcionando quase como um convite para embarcar nessa viagem sonora.

Quando a música faz o tempo voltar

Mais do que apresentar sucessos antigos, a Pandora trabalha com aquilo que essas músicas representam.

Para quem viveu os anos 80 e 90, determinadas canções funcionam como verdadeiras fotografias sonoras. Para as gerações mais jovens, muitas delas continuam presentes por meio dos pais, dos irmãos, das festas, do rádio, da televisão ou das plataformas digitais.

É aí que está a força do espetáculo: a nostalgia deixa de ser apenas uma lembrança individual e passa a ser compartilhada pelo público.

Um riff de guitarra, uma batida eletrônica ou uma introdução conhecida são suficientes para provocar aquela reação imediata de reconhecimento: “Eu conheço essa música!”.

E, quando o público começa a cantar junto, a máquina do tempo realmente parece funcionar.

Do Vale do Caí para diferentes palcos

Nascida no vale do Caí (RS), a Pandora mantém sua formação original, formada por Xandi Gonçalves, nos vocais, teclado e violão; Ivan Luz, no baixo; Diego Schardong, na bateria e programações; e Samuel Pesan, na guitarra e vocais.

A banda vem construindo uma trajetória marcada justamente pela combinação entre nostalgia e renovação. Antes de “Máquina do Tempo”, lançou projetos como “Pra Sentir e Viver” e “Pandora Rock Baladas”, além do trabalho autoral “Vai com Medo Mesmo”, que ganhou um videoclipe produzido com inteligência artificial.

Essa mistura entre passado e presente ajuda a explicar a identidade da Pandora: a banda olha para trás para buscar músicas que continuam vivas, mas utiliza recursos atuais para apresentá-las a um novo público.

Uma festa para lembrar

“Máquina do Tempo” não é apenas um show de músicas antigas. É uma experiência construída em torno da memória.

O palco se transforma em um ponto de encontro entre diferentes gerações. Quem viveu aquelas décadas reencontra parte da própria história. Quem não viveu descobre músicas que continuam capazes de provocar emoção, dançar e cantar.

E talvez esteja justamente aí o segredo do projeto: não é necessário ter vivido os anos 80 ou 90 para viajar no tempo.

A música faz essa ponte.

Por alguns minutos, o público pode deixar de lado o celular, as preocupações e a velocidade dos dias atuais para simplesmente cantar uma música que conhece, lembrar de alguém, dançar e sentir novamente uma época que parecia ter ficado para trás.

A Pandora transforma o palco em uma espécie de cápsula musical. E quando os primeiros acordes começam, fica a sensação de que o relógio realmente voltou algumas décadas.

Porque algumas músicas envelhecem. Outras viram memória. E algumas simplesmente nunca saem de moda.

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Cultura

WBK É TETRA EM GRIMMA!

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Há conquistas que cabem em uma taça. Outras precisam de um continente inteiro para serem contadas.

Quase 12 mil quilômetros separavam Bom Princípio de Grimma. Mas, na manhã deste domingo, a distância pareceu desaparecer. O grito atravessou o oceano, venceu o fuso horário e chegou ao Brasil junto com as primeiras luzes do dia:

É TETRA! A WBK É TETRACAMPEÃ EM GRIMMA!

Lá na Alemanha, onde a música brasileira encontrou novamente o mundo, a Winterschneise Blaskapelle escreveu mais uma página inesquecível de sua história. A orquestra de Bom Princípio conquistou, neste domingo, o quarto título no Festival Internacional de Grimma.

Depois de 2008, 2011 e 2015, chegou a vez de 2026.

E que capítulo!

Na noite anterior, o público já havia sido conquistado pela energia, pela musicalidade e pela identidade da WBK. A apresentação foi daquelas que deixam no ar a sensação de que algo especial poderia acontecer. E aconteceu.

Aqueles músicos que viajaram milhares de quilômetros para levar o nome de Bom Princípio ao outro lado do mundo voltaram a subir ao palco. Instrumentos nas mãos, coração acelerado e uma história inteira sobre os ombros.

E fizeram história.

A saga da WBK começou em 1996. Desde então, gerações e gerações de músicos passaram pela orquestra. Alguns ficaram por muitos anos, outros seguiram novos caminhos, mas todos deixaram uma nota, um compasso, uma lembrança.

Por isso, cada título também pertence a quem já esteve ali.

A todos que um dia foram regidos por Davi Dessotti, aos que ensaiaram, viajaram, tocaram, ensinaram e aprenderam. Aos que ajudaram a transformar uma orquestra em patrimônio cultural de uma comunidade.

Todos são um pouco campeões.

Mas hoje o aplauso é, sobretudo, para aqueles que estão em Grimma. Para os músicos que carregaram consigo o talento, a dedicação e o orgulho de representar Bom Princípio, a Terra do Moranguinho, o Rio Grande do Sul e o Brasil.

Entre os que testemunharam esse momento histórico estava o prefeito Vasco Alexandre Brandt, acompanhado da esposa. E, diante da bandeira de Bom Princípio tremulando na Alemanha, conter a emoção era praticamente impossível.

Porque não era apenas uma bandeira.

Era a nossa terra chegando mais uma vez ao outro lado do mundo.

Era a música contando quem somos.

Era a clara lembrança de Pietro, Lorenzo e Dani.

Era Bom Princípio sendo ouvido.

Era a WBK sendo campeã outra vez.

TETRA!

E talvez seja justamente essa a beleza da cultura: ela não conhece fronteiras. Viaja nas malas, atravessa oceanos, encontra pessoas e transforma lugares distantes em parte da nossa própria história.

Hoje, Grimma também é um pouco Bom Princípio.

E Bom Princípio acordou campeão.

Honrados sejam todos aqueles que, através da cultura, ajudam a escrever a história.

📸🎥 Fotos e vídeo: Carla Boesing
✍️ Texto: Alex Steffen

O projeto “Encontro Internacional de Músicos – Grimma, Alemanha” da Orquestra WBK foi contemplada no EDITAL SEDAC Nº 06/2026 – FAC RS – MOBILIDADE – Bolsa Cultural para Viagens Nacionais e Internacionais, com financiamento pelo Pró-Cultura e pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria da Cultura.

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Cultura

Boom: Esperando na Janela ganhe ares de Bailão com o Brilha Som

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Parece ser uma declaração de amor feita em alto e bom som. Na real, não parece, é.

“Esperando na Janela”, agora em ritmo de bailão, na voz de Alessandro Turra e com a pegada do Brilha Som, é sucesso em todo Brasil há décadas. Mas, a sua história, não é tão conhecida assim.

Blanch Van Gogh compôs a letra e a gravação dela emplacou em 2000, bem na virada do século, com a banda de rock Cogumelo de Plutão. 25 anos passados, ganhou a versão do Brilha Som, lançada ontem, 2 de abril de 2025. O clipe gravado na Cervejaria Hunsrück, em meio à natureza vai além de uma belíssima produção.

“Quando cantávamos ela nos nossos shows, com uma versão mais sertaneja, já se percebia uma interação do público, mas na gravação do clipe a energia foi muito forte”, diz o vocalista do Brilha Som, Alessandro Turra.

Em vídeo lançado em suas redes sociais neste dia 3, Turra, lembra que a música foi uma composição voltado a Deus, sendo, sim, uma belíssima declaração de amor.

O estilo musical cá do interior do Rio Grande do Sul vem ganhando o Brasil. É questão de tempo para que nossos artistas tenham sua arte reconhecida neste país continental!

Assista no youtube e nas redes sociais do Brilha.

https://www.youtube.com/watch?v=WIOXtuj5JlI

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Cultura

Urwald conquista o Tri com sua Pilsen

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Vá lá que ainda não dá pra colocar a voz do Galvão Bueno gritando “é tetra, é tetra” mas Urwald está quase lá, afinal, a sua Pilsen foi eleita pela terceira vez a melhor cerveja do Pilsen do Brasil.
 
Nas noites de 11 e 12 de março, ocorreram as premiação do Concurso Brasileiro da Cerveja 2025, South Beer Cup 2025 e 13º Concurso Brasileiro da Cerveja. E não teve premiação apenas pra excelente Pilsen da Urwald. Dá uma conferida aí!
 
 
Concurso Brasileiro da Cerveja 2025
🥇Pilsen “Premium Lager”
🥇Kellerbier Naturtrüb
🥇Bock
🥉 German Pilsner
 
South Beer Cup 2025
(Copa Libertadores)
🥉Pilsen “Premium Lager”
 
13º Concurso Brasileiro da Cerveja.
🥈Porter
🥈Oktoberfest
🥉Kellerbier Naturtrüb

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