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Esportes

Poço das Antas é campeã

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A PRIMEIRA COPA TRANSCITRUS TEVE POÇO DAS ANTAS COMO VITORIOSA

Duas vitórias, em dois jogaços.

Primeiro, frente a sua torcida, há duas semanas, Poço das Antas, venceu Harmonia e veio jogar, no dia 14, a partida de volta, precisando apenas de um empate nas dependências do Ginásio Poliesportivo Edgar Roberto Fink. O time de Harmonia se jogou com tudo para a frente buscando o resultado, tendo mais posse de bola e muitas chances, mas parava nas defesas do goleiro de Poço das Antas.

A Copa Transcitrus de Futsal, disputada entre equipes de oito diferentes cidades, teria naquela noite de 14 de junho a sua primeira campeã e, Harmonia, frente às arquibancadas lotadas, queria porque queria vencer. Mas, ficou no querer.

Poço das Antas terminou o primeiro tempo, quase impecável, vencendo por 4 a 1 e voltou com algum sossego para a etapa complementar. No segundo tempo, os harmonienses esboçaram reação, chegando ao 4 a 3 indo com tudo para cima. Com direito a goleiro linha e tudo, os harmonienses esbarravam na defesa consistente e em um goleiro inspirado. Ou melhor, muito inspirado, pois quando faltavam 16 segundos, fez uma defesa firme, fazendo um arremate a gol de dentro da sua área. A bola morreu, sem defesa, no fundo das redes do timaço de Harmonia. 5 a 3 no placar e título confirmado.

Prefeito Ricardo Flach e o vice-prefeito Laércio Klein estavam no ginásio e, junto com os torcedores, foram quadra à dentro, celebrando o título, com direito até a rainha do município junto com os torcedores.

Poço das Antas, que tem na sua festa a mesma referência à rodovia que corta a região, é a dona, neste momento, da Copa Transcitrus, ficando inscrito na história como primeiro campeão do certame.

Texto: Alex Steffen

Foto: Matheus Klassmann/Jornal Primeira Hora

Informações: Marcelinho Werkhausen/Rádio Vale Feliz FM

Bom Princípio

Alan Schons visita Bom Princípio

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ATLETA DE ORIGEM LOCAL, HOJE JOGA EM PORTUGAL

Correndo atrás da bola desde muito menino, no gramado do Racing, em Bom Princípio, Alan Schons tinha muitos em quem se inspirar, mas, foi no jogo do pai, Alceu, que ele buscou referências. Mas, diferente do pai, que foi centroavante e também zagueiro – um quase multifuncional – Alan se firmou como volante, atuando no meio do campo. O sucesso no mundo da bola se deu de maneira repentina, tendo ele jogado um Gauchão pelo Juventude e, ali se destacado, indo então para o velho mundo.
Jogando em Portugal, pelo Moreirense, Alan conheceu uma nova realidade. Primeiro com as oscilações do time, que beirava a zona de rebaixamento, para depois, ver a equipe brilhar, ganhando a Taça da Liga de Portugal. E neste ano, em temporada que findou poucas semanas atrás, o time ficou na parte de cima da tabela, atrás apenas de gigantes como Benfica e Porto, por exemplo.
De férias, veio ao Brasil, acompanhado da esposa, Maria, trazendo no ventre também o primeiro rebento do casal. Visitando Bom Princípio, juntamente com o pai, foi até a prefeitura, conversando com amigos de longa data, dentre eles o prefeito Fábio Persch, que era visto com a camisa do Racing, quando Alan era ainda bem menino.
Com mais dois anos de contrato em Portugal, Alan, espera ter mais oportunidades de jogar, não descartando a possibilidade de atuar em outra equipe se oportunidade houver. Aos 26 anos e sem nenhuma lesão séria no currículo, poderia ser uma grande pedida até para os times do Brasil, pois, agora com mais experiência, é um jogador pra lá de interessante. Mas, o mundo da bola gira com ela própria, podendo Alan ficar em Portugal, onde o nível de vida, sem dúvida, é superior ao que se tem no Brasil.
“Para nós é uma grande alegria ver alguém levando o nome de Bom Princípio consigo. Assim como o Alan temos o Adilson Warken (hoje no Atlético Mineiro) que representam o empenho de quem alcançou o sonho de ser jogador profissional”, mencionou o prefeito que, um dia, almejara carreira no mundo da bola.
Ainda que de férias, o porte atlético de Alan impressiona, mostrando que os treinamentos são, por ele, levados muito a sério. Quanto ao idioma, deixa transparecer o português de nossa terra mãe, fazendo duo com a esposa que, ao que parece, muito gostou do Brasil.

Ladeado pela esposa e o pai, Alan visitou o prefeito e amigo Fábio Persch

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Bom Princípio

Apresentações celebram novos ares no Bom Fim

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A história contada na noite de 24 de maio de 2019 despertou um certo quê de nostalgia no Bom Fim Alto. E começou a ser versada a partir de 1924, quando da criação da pequena escola rural, em um tempo antes da grande Guerra Mundial, sendo as aulas ainda ministradas em alemão.

Uma quase centenária história foi contada em poucos minutos, mas pela quantidade de entrelinhas, ficou evidente, que haveria necessidade de longas horas para interpretar os sentimentos daqueles que ali estavam. A escola José de Anchieta, da localidade de Bom Fim Alto, mais do que uma estrutura física é a alma da comunidade, afinal, em torno dela a vida se fez e faz.

Com a presença de autoridades municipais, dentre os quais o prefeito Fábio Persch, os secretário municipais, o presidente da câmara de vereadores, João Augusto Rodrigues da Silva, é merecido o destaque a dois jovens políticos. Os vereadores Fábio Juwer e Reges Junges, filhos da comunidade de Bom Princípio, da palavra não fizeram uso, mas necessário não seria, pois seus olhos e sorrisos deixavam evidente o que representava aquela escola para eles.

A história da educação no Bom Fim Alto iniciou em 1924, com aulas em alemão. Os pequenos alunos de hoje, com um tanto de vergonha, encenavam em alemão, todavia, sem a timidez rural que era marca dos filhos dos colonos que tinham, na escola, sua única oportunidade de ver um mundo novo.

Em 1987, quando Bom Princípio estava emancipado há apenas meia década, foi construída uma escola nova. E, qual não era a curiosidade em ver o professor de então, de nome Plínio Gattermann, chegar ao educandário a bordo de sua bicicleta. E da escola, como desportista que era, ia jogar futebol com os alunos. Era uma maneira de cativar.

Veio então a profissionalização e confiança na qualidade do ensino, com o investimento nas pesquisas, sendo trabalhos do Bom Fim Alto, também destacados em mostras de ensino. Os tempos haviam mudado, mas a escolinha continuava a mesma. Em 2014 iniciava a construção do novo prédio. Parecia que o sonho iria se realizar rapidamente. Tijolos foram empilhados. O telhado colocado. Uma inauguração realizada em 2016, mas, para que as aulas iniciassem ainda faltava muito. A escola ainda não tinha vida. Havia problemas estruturais na obra em si, mas, foram resolvidos de maneira gradual até que, enfim, 2019 chegou e tudo estava pronto para receber os alunos. Poderia ter sido realizada outra solenidade de inauguração. Mas, não, as aulas simplesmente iniciaram graças ao esforço da administração municipal, dos professores, dos servidores, do CPM e, também, dos alunos.

Em sua fala, a professora e diretora Marli Schneider falava com regência cardíaca. Antes de mais nada rendeu gratidão a todos que se comprometeram com a escola. Homenageou alunos e professores. Agradeceu a toda sua equipe e ao CPM. Parabenizou a administração municipal. Conteve as lágrimas, mas a torrente de sentimento haveria surgir do seu rosto quando, momentos depois, faria o descerro de placa que marcava o início das aulas de fato.

O presidente da câmara, João Augusto Rodrigues da Silva, que falou depois da bênção do padre Eduardo Botega, citou as palavras de outro sacerdote (Rogério Schlindwein), alegando que uma gestão municipal não precisa fazer obras monumentais, mas, para que tenha sucesso, precisa investir nas famílias, valorizar a fé, e construir sociedade a partir da educação. “A valorização do ser humano pode ser percebida aqui, pois alunos e professores preenchem os espaços, dando vida a este local”, pontuou João Rodrigues.

O prefeito Fábio Persch, por sua vez, abriu mão de um discurso formal e elaborado para, com puro sentimento, voltar ao passado. Lembrando das visitas ao seu padrinho e primos, no Bom Fim, recordou dos dias de estrada de chão e dificuldades, mas também, de tudo o que representava a escola José de Anchieta para esta pequena comunidade. Saudou esforços de todos para a construção do prédio e não entrou em detalhes quanto aos entraves encontrados para, de fato, tornar aquele espaço em uma escola de fato. “Vejo aqui professores maravilhosos. Excelentes. E isso tudo se reflete nos alunos. O comprometimento que tivemos em colocar esta escola em funcionamento é muito maior por parte da comunidade escolar, pois todos vivem este ambiente. Estamos, como administração, muito felizes, vendo este prédio funcionando como deveria. E vibramos em saber que o tempo, que já mudou a comunidade de Bom Fim Alto, continuará passando e apresentando melhorias pela força da sua comunidade. Ficamos, como administração municipal e como pessoas a disposição da educação e da evolução”, destacou o prefeito Fábio Persch falando em nome da administração como um todo.

Veio depois do descerro da faixa que marcava a entrega do prédio à comunidade, agora com vida, sendo cada centavo investido, devidamente, justificado. O som da insistente chuva de outono que caia dera lugar a aplausos e a vibração de todos, em especial alunos, que agora têm um espaço adequado.

E a torrente de gotas que rolavam, desta vez, se transferia para os rostos da diretora Marli Schneider e da secretária da Educação, Vanessa Fribel de Quadros Steffen, quando do descerro da placa simbólica. Estava ali representava todo o esforço feito para que uma escola, antes de pedras, fosse agora, recheada de vida, amor e comprometimento.

Depois, bem no meio da escola, uma celebração multicultural, com apresentação da Lustigen Takt Orchester, vinda da região de Santa Fé, na Argentina, fazendo um mix de culturas, irmanadas pela cultura teuto-sul-americana.

Evidenciado ficou que, uma escola, é muito mais do que um encontro de materiais de construção. Precisa ela ser formada de pessoas comprometidas, sendo o reboco recoberto não apenas por cores, mas por dedicação, entrega, doação e incondicional paixão. Tal o patrono do educandário fazia, através de seu ministério de fé e comprometimento com o saber, cada pessoa que ali passar deve entregar um pouco do melhor que há em si. José de Anchieta deve ser mais do que um nome, mas a pura inspiração de que somente a educação pode revolucionar uma sociedade carente de saber.

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Barão

Pedro Lucas e Richard sobem para time principal do Inter

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Com o Inter garantido na Libertadores de América de 2019, logo se pensa em reforços de peso. Mas, se a tradição colorada é obter grandes títulos com atletas formados na base, como o icônico Paulo Roberto Falcão, convém fazer uma bela de uma mescla. E, para a alegria dos jogadores que estão em começo de carreira, sete nomes já foram anunciados para compor o elenco principal em 2019: Bruno Fuchs, Roberto, Ramon, Sarrafiore, Richard, Pedro Lucas e Nonato.
Ops, Richard? Pedro Lucas? Não são os guris que se destacaram no sub-23 e até foram campeões em 2017 e vice em 2018? Sim. E mais, para a alegria dos torcedores do vale do Caí, são crias da região mais alemã do Estado.
Richard Alexandre já é conhecido dos torcedores, pelas boas participações pela base. Neste ano, figurou em algumas convocações de Odair Hellmann para jogos deste Brasileirão e ficou na reserva. Gaúcho de Barão, fez 19 anos em outubro. Tem 1m76cm e faz da velocidade e do drible as suas armas.
Por fim, Pedro Lucas Schwaizer, centroavante, 20 anos e 1m78cm, é outro que chegou o clube nas escolinhas. É gaúcho de Esteio, mas criado em Vale Real, próximo de Caxias do Sul. Começou no Juventude, onde seu tio, Edson, fez parte do grupo campeão da Copa do Brasil em 1999. É jogador de área, de bom cabeceio e destro. Chegou ao Inter muito jovem depois de ser descoberto pelo tio Edson “Tida” Kaspary.
Ok! Vai ter lugar para os guris entre os 23 da Libertadores? Afinal, são jovens ainda e o time deve contar com Damião e Guerrero no comando de ataque. Bem, eis uma grande incógnita, mas como estão começando, fazer parte do elenco já é muito interessante, pois haverá mais competições em que o Inter jogará, como Gauchão, Copa do Brasil e Brasileirão. Oportunidades haverão de surgir e eles, é claro, deverão fazer bonito, como fazem sempre.
Esta é uma chance e tanto para os jovens talentos, podendo jogar ao lado de caras como Nico Lopes e o maestro D’alessandro. Crescerão ainda mais como atletas para seguirem a carreira que tanto sonharam.
No vale do Caí, recentemente, poucas são as revelações de destaque, estando entre elas Alan Schons, de Bom Princípio, que hoje atua em Portugal.
E para o deleite dos colorados, tem mais gente boa pintando por aí, pois na base surge o zagueiro Volnei Feltes, que é de Feliz, e pode, dentro em breve, também subir para o elenco principal. A dedicação dos jovens, hoje, os enaltece em meio a tantos que sonham com o mundo da bola.

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