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Cultura

Quiosque muda para melhor

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A praça do Quiosque inaugurada em 2018 parecia o auge para o turismo de São Vendelino, sendo um local pra lá de atrativo. Mas, um ano depois, em 12 de outubro, São Vendelino viu que é possível melhorar sempre.

O Quiosque, que é referência em São Vendelino há duas décadas, ganhou nova vida. Foi renovado, ganhando acessibilidade, um ambiente climatizado, melhores banheiros e muito mais lugares para serem ocupados pelos visitantes. Assim, o empreendimento feito pelos que dirigem o Quiosque, o local que é público ficou muito, mas muito melhor.

E a inauguração se deu pouco depois das 11h da manhã. Se no sol a temperatura era insuportável, com quase 40 graus no termômetro, dentro do Quiosque o clima era bem melhor e, mais, regado a chopp da Urwald.

Em sua fala o prefeito Evandro Schneider falou das evoluções em São Vendelino, apontando para a nova estrutura de telhado da rua coberta e de um projeto futuro. “Ano passado falamos em revitalizar o Quiosque, hoje, vemos a obra bela e pronta. Hoje também adiantamos um projeto que temos em vista: fazer uma nova e maior rua coberta. É uma obra para o ano que vem, ou mais tarde até, mas será uma obra que dará ainda mais valor ao espaço que hoje já é belíssimo e de grande proveito”, destacou Evandro Schneider.

Ladeado pelos vereadores do município, das soberanas, da vice-prefeito Margarete e de muitos amigos, desfraldou a placa inaugural, parabenizando a todos que respiram o desenvolvimento sustentável de São Vendelino, o Pequeno Paraíso.

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Cultura

Tradicionalismo marca 20 de Setembro

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Um dos menores municípios do Vale do Caí, São José do Sul, é um dos mais voltados à tradição gaúcha, mostrando, assim, que quando o assunto é cultura, tamanho não é documento.

Poderia ser protocolar, mas como é apaixonado pela cultura do Rio Grande, o prefeito Sílvio Inácio de Souza Kremer, o Filé, assumiu a pilcha, o lenço vermelho e a bombacha. E assim, logo depois de fazer uso da palavra, o prefeito tratou de subir no lombo do pingo e com a chama crioula em mãos, deu abertura ao desfile cívico oficial.

Escolares, das mais diferentes idades, homenagearam ao tradicionalista Paixão Cortes, deixando o tradicionalismo mais do que evidente. Carroças, tratores e a frota do município, todos estavam na rua principal da cidade, conduzidos, com orgulho, pelos seus condutores. E, depois do desfile dos tratores, foi a vez do CTG Peleadores do Sul, fazer o desfecho dos trabalhos. Tudo a contento, com a Brigada Militar participando do ato, como batedores oficiais das comitivas vindas dos mais diferentes recantos de São José do Sul.

Tudo estava na mais perfeita ordem, havendo até churrasco itinerante, deslocando-se em meio à rua, fazendo salivar àquelas pessoas que gostam da tradição e das carnes do Rio Grande.

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Cultura

Festa dos Specht reúne mais de 500

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Imaginem o alvoroço que se tem quando se reúne 500 aves em um só lugar. E quando são picapaus? Assim o foi, ainda que de maneira muito organizada, a festa dos Specht (que é uma espécie de Picapau, na Alemanha).

A 6ª Specht Familiefest aconteceu em Salvador do Sul no dia 15 de setembro, tendo principiado com uma grande recepção em meio à praça central da cidade, seguindo depois com uma missa presidida pelo padre Zé Brandt, que é ligado à árvore dos Specht.

A decoração do salão comunitário, para onde foram conduzidas as 500 pessoas que participaram da missa – por uma bandinha típica, é claro – estava com ares de Alemanha, com o preto, o vermelho e o gold em evidência. Mesas postas e até cerveja com o nome da família. Melhor que isso só sabendo quando é a próxima festa. E ela está marcada, para 2021, em Pelotas.

A organização do evento foi primorosa, tendo tomado longas horas de estudos e ajustes, de modo que tudo estivesse nos conformes. E ainda assim há surpresas. Muitas delas compiladas para, quem sabe, serem relatadas em detalhes na próxima festa, afinal, festa de família é assim: uma contínua relação entre pessoas aparentadas e que antes nem haviam se visto na vida.

Salvador do Sul fez bonito em sua festa dos Specht, podendo até inspirar outros eventos com ares de kerb. Afinal, é possível fazer uma festa simples e bela.

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Bom Princípio

Emoção marca 10 anos de geminação com Klüsserath

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Quando chamados ao palco os alemães de Klüsserath se mostravam confortáveis, bastante serenos até, mas quando tomaram o microfone, a emoção aflorou, mostrando que a visita a Bom Princípio não era mero ato formal entre cidades, mas uma estreita relação de amizade.

Eram 13 pessoas vindas de Klüsserath em meio ao público da festa do Moranguinho, mas a sua representatividade ia muito além, afinal, estavam ali em nome dos mais de mil habitantes da comunidade e, também, dos antepassados que, com Guilherme Winter, colonizaram Bom Princípio no século XIX.

Eram pouco mais de 100 bom-principienses participando do ato que celebrava 10 anos de intercâmbio cultural, mas, assim como os alemães, a sua representatividade não poderia ser, em momento algum, contabilizada. Afinal, ali, no ato de celebração dos 10 anos de Intercâmbio Cultural entre Bom Princípio e Klüsserath, eram contadas histórias que trancendem ao tempo e ao espaço.

Os alemães, no palco do evento que celebrava a geminação de cidades, foram representados pelas falas do parlamentar regional, Helmut Reis, e pelo ex-prefeito Günter Herres. Enfatizaram, à sobremaneira, a importância do intercâmbio e da manutenção dele através do idioma. Estavam, por completo, realizados e felizes.

Marie-Sophie I. Schwarz, a rainha do vinho de Klüsserath, ladeada por suas princesas Lea Pfeiffer e Maike Briesch, fez uso da palavra e falou com sensibilidade digna de quem domina qualquer oratória. Foi precisa em dizer que viajara por milhares de quilômetros e mesmo assim se sentira em casa. Curvou-se para o público e rendeu agradecimentos pelo carinho e fraternidade existentes. Eleita duas semanas antes de vir ao Brasil, na nova corte do vinho estava radiante, pois pode apresentar os seus trajes oficiais e, mais, conhecer uma nova terra que, muito diferente do que imaginavam, é formada por pessoas que também falam em alemão.

Coube ao jornalista Alex Steffen fazer as traduções das falas dos alemães e também relatar em breve histórico o que foi realizado neste intercâmbio. O fez em dois idiomas, buscando traduzir as palavras de maneira não literal, mas tomadas de um realismo que fosse compreensível em português ou em alemão.

Foram lembrados todos aqueles que trabalharam pelo intercâmbio e, igualmente, enaltecido o esforço pioneiro do ex-prefeito Nestor Seibel, do professor Jacinto Klein e da pesquisadora Hedy Gattermann.

O vice-prefeito Joãozinho Weschenfelder, que era vereador e que assinou o primeiro decreto de intercâmbio – e que foi confirmado em lei pela atual Câmara de Vereadores, em 2019 – também fez uso da palavra. Lembrando de momentos deste intercâmbio e da ida a Klüsserath, em 2010. 

Já o prefeito Fábio Persch, que fala o alemão com um dialeto tipicamente regional do vale do Caí, não se fez de rogado, e usou do microfone também no idioma que aprendera com a sua avó. Finalizou dizendo que Bom Princípio e Klüsserath hoje não são mais duas cidades, mas sim uma só comunidade, unida por um sentimento maior de fraternidade.

Trocas de presentes foram feitas sendo os alemães e as autoridades, igualmente, agraciadas com uma revista de cunho histórico que aproxima ainda mais os dois municípios, afinal, a cultura se imortaliza através da escrita e da fala.

O ato como um todo deixou de ser simbólico quando do seu encerramento, pois permaneceram ali, junto ao palco, unidos, comemorando, alemães e brasileiros. Brindes não faltaram, assim como danças, afinal, uma boa bandinha não faz mal para ninguém.

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