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Alto Feliz

2018 de asfalto entre Alto Feliz e São Vendelino

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A notícia foi disparada pelo próprio prefeito Paulo Mertins, de Alto Feliz, no dia 30 de dezembro de 2017, através de mensagem de whatsapp.
“Para finalizar o ano com chave de ouro, o Ministério da Integração Nacional expediu a Nota de Empenho número 2017 NE 800522 para publicação no Diário Oficial da União de hoje, contemplando o Município de Alto Feliz com um recurso de R$ 1.800.000,00, para pavimentação asfáltica da estrada Alto Feliz – São Vendelino, somando-se mais R$ 1.300.000,00 para a mesma estrada para São Vendelino, o recurso totaliza R$ 3.100.000,00. Jamais, na história de Alto Feliz e região foi liberado um recurso tão elevado”, frisou o prefeito. Segundo Mertins a ligação é extremamente importante para em vários fatores: turismo, escoamento de safra, como, também, reduzirá significativamente a distância para quem se dirige da região da Serra em direção a região das Hortênsias, além de ser uma alternativa as frequências interrupções das RS 122 e RS 470. “Tivemos o decisivo apoio do Deputado Federal Mauro Pereira”, destacou Mertins.
Serão aproximadamente 4 quilômetros a serem asfaltados, mudando, radicalmente a vida de quem está convivendo com barro e poeira há décadas. A ligação asfáltica beneficia diretamente Alto Feliz (onde se encaixa na rua Jacob Ruschel, já asfaltada), e as comunidades de Piedade e Linha Griebler, em São Vendelino. Esta localidade de Piedade já tem um pequeno trecho pavimentado na gestão da então prefeita Marlí Weissheimer.
A luta pela pavimentação vem de décadas e, conforme previsão do executivo de Alto Feliz, a liberação dos recursos deverá ocorrer no primeiro semestre de 2018. Isso indica que, talvez no ano que está nascendo, haverá asfalto na via. Certamente haverá muitos brindes – com espumantes da Don Guerino – que é uma das empresas que terá facilitado o escoamento de sua safra e produção.
Inúmeras vezes, na história recente, governadores e deputados foram ao trecho, prometeram, mas não tiveram êxito em suas empreitadas. Agora, ao que parece, o que era devaneio ou sonho, será realidade. Esperamos que o dinheiro logo caia no caixa das prefeituras e os prefeitos Paulo Mertins, de Alto Feliz, e Evandro Schneider, de São Vendelino possam cortar a fita inaugural da via.
“Acredito que em março de 2018 estaremos inaugurando o asfaltamento da VRS 826, juntamente com o trevo de acesso, em Nova Milano”, finalizou o prefeito vibrando com as conquistas de seu primeiro ano, do quarto mandato a frente de Alto Feliz.

O trecho, em vermelho, será pavimentado

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Alto Feliz

Padre Délcio celebra em Aparecida

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Na manhã desta terça, dia 21 de maio, Padre Délcio Reiter foi um dos celebrantes da Missa no Santuário de Nossa Senhora de Aparecida. Filho de Novo Hamburgo, mas criado em Alto Feliz, padre Délcio foi ordenado pela diocese de Novo Hamburgo.
Depois de ter trabalhado como seminarista em comunidades como São Vendelino, foi ordenado, em 1999, iniciando trajetória marcante nas comunidades por onde passou. Foi, por muito tempo, padre na Catedral de Novo Hamburgo. Depois foi nomeado para trabalhar em Monte Negro, no estado de Rondônia.
Extrovertido e de vasto conhecimento, não perde as suas raízes, vistando familiares e amigos de tempos em tempos. Em boa parte de suas celebrações, ainda em Novo Hamburgo, contava algumas histórias em alemão, sendo muito querido, em especial, por pessoas de mais idade. Órfão de mãe desde cedo, Padre Délcio começou a trabalhar ainda menino, como ajudante de leiteiro, e assim, conheceu muitas pessoas das quais ganhou a simpatia.

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Alto Feliz

Don Guerino ganha a Europa

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Vamos pensar em uma boa maneira de terminar o ano. Poderia ser brindando com um excelente espumante, não é? E para quem é do vale do Caí a pedida seria um Don Guerino, que vem ganhando premiações por onde quer que passe. Mas, a própria vinícola, no desfecho de dezembro, ganhou um motivo a mais para brindar, mas o fez e fará com o seu Moscato Giallo.
Um dos primeiros vinhos a ser elaborado com o terroir alto-felizense, o Moscato Gialo passou a ganhar premiações nacionais por onde quer que estivesse. Todavia, desta vez, a caminhada bem sucedida foi pra bem mais longe. Segundo o enólogo Bruno Motter, com formação em Mendoza, na Argentina, foi aberta uma licitação na Europa, mais precisamente na Suécia, para a aquisição de vinhos brancos da América do Sul. Para tal, não bastaria ter bom preço, era necessário ter qualidade. Assim, cada vinícola interessada em participar deveria enviar uma amostra a ser provada e aprovada pela monarquia local. Não é de duvidar que o rei Carlos XVI Gustavo já tenha provado do bom branco gaúcho. Se não o fez deverá fazê-lo em breve, pois os vinhos embarcaram para a região da península escandinava na semana que passou. Com a aprovação governamental, todas as lojas especializadas em vinhos da Suécia poderão comercializar o Moscato Giallo.
De acordo com Motter, foram embarcados mais de 18 mil garrafas para a Europa, chegando por lá e, algumas semanas. Quando o inverno europeu começar a se despedir, poderão os suecos brindar com um excelente branco brasileiro.
O Moscato Giallo tem peculiariedades tanto na aparência quanto no sabor. Tem coloração amarelo claro com reflexos esverdeados. Possui uma alta intensidade aromática com notas a flores brancas, papaia, e frutas tropicais. Equilibrado, refrescante e persistente. Ele é um vinho leve e excelente para harmonizar com saladas aromáticas e as que são preparadas com frutas, carnes brancas, sushi e sashimi (cozinha japonesa), pernil e queijo gorgonzola.
O sonho da vinícola Don Guerino nasce no ano de 2000, no município de Alto Feliz, na serra Gaúcha, com o plantio das primeiras videiras.
A paixão pela vitivinicultura foi trazida da Itália para o Brasil, pelos primeiros imigrantes da família Motter em 1880, e foi passada de geração a geração.

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Alto Feliz

Parceria entre pesquisadora e historiador gera ecos literários

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No dia 1º de dezembro, sexta-feira, na Sociedade de Alto Feliz, foi lançado o livro Alto Feliz e os ecos de sua história. O livro é resultado de anos de pesquisa e um antigo sonho da escritora, professora Dulce Maria Simon Ruschel, que tinha o desejo de ver a história de sua terra natal registrada. A obra conta com coautoria do repórter, do Jornal Primeira Hora, e historiador José Carlos Flach.
“Dona Dulce, como é conhecida, passou anos e anos pesquisando e escrevendo para retratar a saga dos imigrantes e seus descendentes, que ainda ecoam entre as montanhas e fizeram a história do município, que é uma integração ítalo-germânica e fica na divisa do Vale do Caí com a Serra Gaúcha. Um livro para adquirir, ler e guardar”, descreve o jornalista Ademir Wiederkehr, dando o devido valor, também, ao repórter José Carlos Flach, afinal, por seu empenho deu ainda mais brilho à obra de Dona Dulce.
O lançamento do livro teve a presença da comunidade, familiares dos escritores e também de autoridades locais, de modo que a história fosse mais valorizada. Dulce iniciou as pesquisas sobre Alto Feliz antes mesmo deste torrão de terra ser emancipado. Pelos idos de 1999, Dulce, lançou a monografia de Alto Feliz, tendo, então, apoio da administração municipal para a digitação da mesma, sendo uma das primeiras feitas no vale do Caí. Mas, ainda assim, não era o livro que ela sonhava. E o sonho de Dulce passou a ecoar, também, no coração de José Carlos Flach, repórter e historiador radicado em Alto Feliz, por opção e paixão, há alguns anos. E o desejo dos dois foi para as páginas impressas que, agora, deixam a história imortalizada.
O relato feito por Dulce e José Carlos remete a um tempo em que Alto Feliz, ainda colônia, via seus personagens no lombo dos cavalos, percorrendo quilômetros até chegarem às igrejas. Um tempo em que católicos e luteranos viviam afastados, com duas entidades sociais, para suas festas, numa clara divisão a partir dos credos. A história de Alto Feliz está ligada, fortemente, com os jesuítas que no Morro das Batatas se instalaram e dali partiram para outras comunidades, pregando a fé e os conceitos bíblicos.
A história escrita por Dulce, com a participação de José Carlos, é apresentada de maneira silenciosa nas páginas, sem alardes, mas haverá de fazer eco por muito tempo – não somente em ouvidos – aos olhos dos que sabem que um povo, sem história, está fadado ao desaparecimento. Flach e Dona Dulce fizeram sua parte, agora, cabe aos leitores exercitarem os cérebros e sorver da cultura impressa a partir do conhecimento de várias gerações.

(fotos Vale Feliz FM)Dona Dulce livro dulce Livro

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